08 de Maio de 2026

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manchete - 08/05/2026

RENDA MÉDIA NO BRASIL BATE RECORDE HISTÓRICO E CHEGA A R$ 3.367 EM 2025, MOSTRA IBGE

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Foto: Reprodução/Google

O somatório de todos os rendimentos mensais dos trabalhos no país gerou uma massa de R$ 361,7 bilhões, em 2025, o maior valor da série, com crescimento real de 7,5%, frente a 2024, segundo a PNAD Contínua

A renda média mensal do brasileiro, considerando todas as fontes de renda, alcançou R$ 3.367, em 2025, alta de 5,4% em relação a 2024, informou nesta sexta-feira, 8, o IBGE. Veja aqui a pesquisa na íntegra. Do total de 212,7 milhões de pessoas residentes no Brasil, em 2025, 67,2% possuíam algum tipo de rendimento, o maior nível da série histórica da pesquisa e equivalente a 143,0 milhões de pessoas. Em 2024, eram 140,4 milhões, o equivalente a 66,3% do total da população.

 

O somatório de todos os rendimentos de trabalhos no país gerou uma massa de R$ 361,7 bilhões, em 2025, o maior valor da série, com crescimento real de 7,5%, frente a 2024, e de 23,5%, em relação a 2019.Com o resultado do ano passado, somam-se quatro anos consecutivos de crescimento da massa de rendimento do trabalho a taxas anuais superiores a 6,0%, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) – Rendimento de todas as fontes 2025.

 

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Tipos de rendimento

 

 


Em 2025, a parcela de pessoas que tinham rendimento proveniente de trabalho, considerando todos os trabalhos, correspondia a 47,8% da população residente, o que equivale a 101,6 milhões de pessoas. Em 2024, o percentual era de 47,1%, o equivalente a 99,9 milhões.

 

Outro dado que mostrou expansão foi o percentual de pessoas que recebem rendimentos de outras fontes que não a de trabalho. Em 2025, esse grupo representava 27,1% da população. Em 2024, eram 26,5%. Desse grupo, a categoria aposentadoria e pensão manteve a maior estimativa: 13,8% da população residente recebia esse rendimento, em 2025, o que correspondia a 29,3 milhões de pessoas. Na sequência está o grupo que recebe rendimentos de programa sociais do governo, o que equivale a 9,1% da população, representando 19,4 milhões de pessoas, em 2025. Com percentuais bem menores, situavam-se as categorias pensão alimentícia, doação e mesada de não morador (2,3%), aluguel e arrendamento (1,9%) e outros rendimentos6 (1,9%).

 

Valor das aposentadorias e pensões

 

 

Dentre todas as categorias que compõem o rendimento proveniente de outras fontes, o item aposentadoria e pensão apresentou o maior valor médio, em 2025, (R$ 2.697), permanecendo próximo dos valores registrados em 2024 (R$ 2.641) e 2019 (R$ 2.729). Em todas as grandes regiões, aposentadoria e pensão representava a categoria de maior valor médio entre os rendimentos de outras fontes, variando de R$ 2.261, na região Nordeste, a R$ 3.499, na região Centro-Oeste. Entre 2024 e 2025, as regiões Centro-Oeste (6,7%) e Nordeste (5,6%) registraram as maiores elevações de seu valor médio.

 

Programas sociais do governo

 

Fotos: Reprodução/Google


A proporção de domicílios com algum beneficiário de programa social do governo, incluindo o Programa Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada, da Lei Orgânica da Assistência Social – BPC-LOAS, além de outros programas sociais dos governos federal, estadual ou municipal, alcançou 22,7%, em 2025, o que representa 18 milhões de domicílios beneficiados. Em 2024, eram 18,2 milhões de domicílios, o equivalente a 23,6% de domicílios abrangidos por algum programa social. Já em relação a 2019, eram 12,5 milhões, o equivalente a 17,9% dos domicílios.

 
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Em 2024, o percentual de domicílios que recebiam rendimento do Bolsa Família foi estimado em 18,6%, próximo do valor observado no ano anterior, ao passo que aqueles que recebiam rendimentos de outros programas sociais aumentou para 2,1%. Em 2025, observa-se um recuo do percentual de domicílio beneficiários do Bolsa Família para 17,2%, enquanto aqueles que recebiam benefícios da categoria de outros programas sociais teve pequena variação positiva, alcançando 2,4%. Em relação ao BPC-LOAS, observa-se que, entre 2024 e 2025, o percentual de domicílios em que algum morador recebia esse tipo de rendimento variou de 5,0% para 5,3%, sendo este o maior percentual da série histórica. Em 2019, eram 3,6% de domicílios com beneficiário do programa, ao passo que em 2012, 2,5%. 

 

Fonte: com informações IstoÉ

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