19 de Abril de 2026

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Saúde - 02/06/2024

Remédio contra câncer de pulmão agressivo dá 7 vezes mais sobrevida

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Foto: Reprodução Google

Tratamento de câncer de pulmão foi apresentado durante congresso médico nos Estados Unidos e testado ao longo de 5 anos

Ao adotar um medicamento novo, a sobrevida de pacientes com câncer de pulmão agressivo pode ser multiplicada até por sete segundo uma pesquisa apresentada nos Estados Unidos na sexta-feira, 31/5. Esta linha de tratamento para o câncer de pulmão foi divulgada durante o encontro anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO, em inglês).

 

Em 5 anos fazendo o tratamento com lorlatonibe, 60% dos pacientes conseguiram parar a progressão de seus tumores, efeito conseguido em apenas 8% do crizotinibe, tratamento que é apontado como o segundo melhor para tumores mais agressivos.

 

Os resultados deixaram os oncologistas ainda mais animados por não terem sido observados indicativos que o remédio havia parado de funcionar com os pacientes da pesquisa, ou seja, a sobrevida pode ser ainda maior.

 

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Como funciona o tratamento para o câncer de pulmão?

 

 

O lorlatinibe já tem sido usado ao redor do mundo desde 2020, quando foi aprovado, mas não é considerado o tratamento padrão em quase nenhum caso, já que os médicos não tinham ainda números que mostrassem o impacto do tratamento em um estudo de longa duração.

 

O estudo envolveu 296 pessoas com câncer de pulmão de células grandes e avançado, todos com uma mutação do gene ALK. Esta é uma forma agressiva da doença que muitas vezes causa metástase no cérebro. Nenhum paciente que fez uso deste remédio teve avanço do câncer para o cérebro, como foram observados nos exames periódicos feitos a cada oito semanas.

 

Fotos: Reprodução Google

 

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Desenvolvido pela Pfizer, o remédio tem um alto custo (R$ 30 mil a caixa), mas é celebrado pelos médicos por ser o melhor tratamento já pesquisado para um tumor de pulmão. Além de benefício significativo na sobrevida, o remédio foi bem tolerado pela maioria dos pacientes: apenas 11% dos pacientes tiveram de deixar o tratamento por efeitos do imunoterápico.

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles 

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