30 de Abril de 2026

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Mulher em pauta - 13/11/2025

Reescrever a própria vida é o ato mais corajoso que alguém pode realizar

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Foto: Divulgação/ Clélia Gorski

A estrutura do livro é costurada por simbolismos e camadas de introspecção, conduzindo a uma jornada de autodescoberta que desafia as certezas impostas pela rotina e pelos papéis sociais.

Em seu novo livro, "ANA: sua história pode ser outra história", a escritora e jornalista Clélia Gorski reflete sobre o poder de transformação que nasce quando uma mulher escuta sua própria voz. A partir da trajetória de uma personagem que rompe com antigas certezas, a autora aborda temas como propósito, identidade e o desejo de reconexão interior.

 

A obra fala diretamente às mulheres contemporâneas que buscam equilibrar papéis, expectativas e desejos em meio à rotina, provocando reflexões sobre propósito, liberdade e a coragem de começar de novo. A autora está disponível para entrevistas sobre empoderamento feminino, autoconhecimento e transformação pessoal.

 

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Reescrever a própria vida é o ato mais corajoso que alguém pode realizar

 

  

 

Em ANA: sua história pode ser outra história, Clélia Gorski convida o leitor a mergulhar na trajetória de uma mulher que, ao questionar as certezas que sustentavam sua rotina, descobre que reescrever a própria vida é o ato mais corajoso que alguém pode realizar. A autora constrói um retrato delicado e profundo de uma cineasta que se vê diante da urgência de reconectar-se à própria essência, em um movimento de ruptura e reconstrução que fala com todas as mulheres contemporâneas.

 

Ana, a protagonista, vive o conflito entre a estabilidade de um emprego que já não a inspira e o chamado silencioso de sua voz interior. Ao abrir o baú de recordações de seu pai, um professor de filosofia, ela encontra escritos e lembranças que a conduzem a uma série de reencontros transformadores. Cada novo personagem e descoberta a aproximam de si mesma e do verdadeiro sentido do nome que carrega — Ana, um palíndromo, também representado na capa, que reflete espelhos e significados.

 

Fotos: Divulgação/ Clélia Gorski


 

Suspeito que já não sou eu quem vive em mim, mas você é quem vive. Sim; está apenas se apresentando de mansinho, para não perturbar meu recém-equilíbrio e não turvar minha nova visão. Suspeito de que é a mais pura verdade e que tudo, absolutamente tudo o que eu tinha por certo até então, desmoronou para dar-lhe o devido lugar. Bem-vinda verdade absoluta! Bem-vinda à superfície e esteja, agora e sempre, à vontade (ANA: sua história pode ser outra história, p.132)

 
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Com ritmo envolvente e linguagem poética, Clélia constrói uma narrativa que dialoga com o leitor de forma íntima e reflexiva. O romance transcende o enredo pessoal de Ana para abordar temas universais, como o medo de mudar, o peso das expectativas sociais e a necessidade de ouvir a própria alma. A estrutura do livro é costurada por simbolismos e camadas de introspecção, conduzindo a uma jornada de autodescoberta que desafia as certezas impostas pela rotina e pelos papéis sociais.

 

“A personagem central faz descobertas sobre si mesma, tendo seu nome, um símbolo matriz da nossa identidade, como ponto inicial deste desafio. É um livro sobre empoderamento feminino que instiga as mulheres e todo leitor a buscar dentro de si as respostas que revelam o verdadeiro sentido do existir”, afirma a autora. Mais do que um romance sobre transformação pessoal, a obra reflete a trajetória de sua escritora: uma mulher que, através das palavras, transforma experiências em inspiração, e lembra que a vida — como um filme — pode sempre ganhar um novo roteiro.  

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