Segundo a Secretaria de Meio Ambiente de Itacoatiara, o rebocador estava sendo abastecido com cerca de 43 mil litros de combustível e afundou após não aguentar a carga.
Um rebocador da empresa WPL afundou e derramou óleo no Rio Amazonas na quarta-feira (15), segundo a empresa "Terminais Fluviais do Brasil", responsável pelo material. O fato aconteceu em Itacoatiara, no interior do estado, e foi registrado em vídeo.
Ainda conforme o Terminal Fluvial, apesar do acidente, não houve lesões à tripulação da embarcação. Medidas de emergência foram tomadas pela empresa logo após o acidente.
Por meio de nota, o terminal informou que por volta de 14h40 o Rebocador Waldomiro Lustosa III começou a afundar. As imagens mostram o momento em que tripulantes começam a pular da embarcação, enquanto ela naufraga.
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O secretário de Meio Ambiente de Itacoatiara, Handson Nelson, disse ao g1 que a empresa informou que o rebocador estava sendo abastecido com cerca de 43 mil litros de combustível e afundou após não aguentar a carga. Parte do material vazou para o rio com o naufrágio.
"Houve esse vazamento. Como medidas, a empresa começou a colocar boias de contenção do vazamento, começou a posicionar equipamentos que promovessem a retirada desse óleo que está flutuando sob a linha d'água, na medida que possam mitigar a dispersão do combustível na água", disse.

Fotos: Reprodução
Ainda conforme o secretário, as atividades da empresa continuam a acontecer durante a noite desta quarta e a secretaria aguarda um posicionamento de que os trabalhos foram concluídos. Equipes da secretaria devem retornar ao local pela manhã para analisarem o cenário.
Nelson contou ainda que foi dado um prazo de 10 dias para a empresa fazer a retirada do rebocador do fundo do rio, para que os trabalhos de perícia sejam afeitos na embarcação.
"Os nossos fiscais detectaram que aproximadamente de 8 a 10 hectares de linha d'água foram atingidos pelo vazamento, até às 18h. Vamos retornar lá pela manhã com a equipe de fiscalização para continuar os trabalhos", explicou o secretário.
O g1 solicitou um posicionamento da Marinha do Brasil sobre o ocorrido e ainda aguarda resposta.
Fonte: com informações do Portal G1
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