02 de Maio de 2026

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Mulher na Política - 02/05/2026

'Quem perdeu não foi o presidente Lula', diz Marina sobre derrota de Messias

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Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Ex-ministra destacou a importância de se defender a democracia neste 1º de maio

A ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disseque a não aprovação do ex-Advogado Geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal não foi só uma derrota do presidente Lula, mas uma derrota para todo o Brasil. “Quem perdeu não foi o presidente Lula. A derrota foi para o Brasil. E ninguém pode derrotar mais de 200 milhões de pessoas impunemente”, disse Marina, durante participação em um ato em comemoração ao Dia do Trabalhador na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, na capital paulista.

 

Também participam do ato o ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo, Fernando Haddad, e a ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet. Tebet e Marina são cotadas para disputar a eleição do Senado por São Paulo.

 

Durante sua fala, Marina destacou a importância de se defender a democracia neste 1º de maio e chamou a atenção para novas lutas da classe trabalhadora, como o fim da escala 6 x 1 e a igualdade salarial entre homens e mulheres.

 

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Ela também exaltou os efeitos do atual governo Lula, dizendo que o trabalho do petista fez com que o Brasil saísse novamente do Mapa da Fome. Marina também destacou as medidas tomadas por Haddad à frente da Fazenda, que passou a cobrar impostos dos mais ricos.

 

Fotos: ReproduçãoGoogle

 

Segundo Marina, o mundo atual tem vivido uma onda de “estímulo à violência” e polarização e que, por isso, é importante promover o diálogo. “E a melhor conversa que a gente faz é aquela que a gente faz dentro de casa, para poder acertar os ponteiros. Quando a gente acerta os ponteiros dentro de casa, a gente conversa melhor pra fora”, disse ela, exaltando a importância da democracia.

 

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“Só na democracia o operário vira presidente para fazer coisa boa. Só na democracia uma filha de seringueiro, analfabeta, até os 16 anos, lá na floresta Amazônica, poderia ser ministra”, relembrou.

 

Fonte: com informações da Revista IstoÉ  

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