Daria Dugina morreu neste sábado (20) depois que o carro em que ela estava explodir em uma aérea próximo a Moscou
A russa Daria Dugina, filha do mentor do presidente russo Vladimir Putin, que morreu neste sábado vítima de um suposto atentado, tinha 29 anos e era formada em Filosofia.
O ataque que a vitimou teria sido planejado contra o pai dela, o pensador Alexander Dugin, tido como guru de Putin.
Daria Platonova Dugina é descrita pelo Comitê Investigativo da Rússia como jornalista e cientista política. Ela atuava como editora-chefe do site United World International (UWI), que defendia a guerra contra a Ucrânia. Além disso, Dugina trabalha como comentarista do canal de TV nacionalista Tsargrad e do site Movimento Eurasiano Internacional, expressando veementemente suas opiniões.
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Neste domingo (21), a Tsargrad declarou que "Dasha [apelido de Dugina], como seu pai, sempre esteve no front da confrontação com o Ocidente". Em março, Dugina foi um dos alvos de sanções por parte dos Estados Unidos, sob a alegação de que promovia desinformação sobre a guerra na Ucrânia.
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Pelo mesmo motivo, o Reino Unido também aplicou sanções a ela, segundo o jornal americano The New York Times.
Na ocasião, o governo britânico informou que: "[Dugina é] Autora frequente de desinformação em relação à Ucrânia e à invasão da Ucrânia pela Rússia em várias plataformas online".
Atentado

Daria Dugina morreu no sábado (20) depois que o carro em que
ela estava explodir em uma aérea próximo a Moscou
Pai e filha estavam em um festival nacionalista em uma aérea próxima a capital Moscou e quando deixaram o evento, Dugin teria trocado de veículo com a filha.
De acordo com a agência de notícias Reuters, uma bomba foi colocada do lado de fora do Toyota Land Cruiser, bem abaixo do assento do motorista.

O ataque teria sido planejado com antecedência e tinha Alexander Dugin como alvo.
O governo Russo acusou a Ucrânia de ter promovido o ataque, mas o conselheiro do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky negou a autoria.
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Fotos: Reprodução/Telegram
"Não somos um Estado terrorista", disse Mykhailo Podolyak à TV local.
A Russia afirmou que vai investigar o caso como homicídio. Até o momento, ninguém reivindicou a autoria do ataque.
Fonte: Yahoo Notícias
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