18 de Abril de 2026

NOTÍCIAS
Saúde - 24/09/2024

Quando procurar atendimento médico por efeitos da fumaça?

Compartilhar:
Foto: Reprodução/Google

Inalação constante pode causar sinusite e até pneumonia

A exposição à fumaça, especialmente aquela proveniente de queimadas e poluição, está se tornando uma preocupação crescente em várias regiões do mundo.

 

Os efeitos da fumaça sobre a saúde podem variar de sintomas leves, como irritação na garganta, até condições graves, como problemas respiratórios severos e intoxicação.

 

Saber quando procurar ajuda médica é essencial para evitar complicações.

 

Veja também

 

Carreta da Saúde do Governo do Amazonas inicia atendimentos no bairro Lago Azul, a partir desta segunda-feira
Efeito das queimadas: sobe em 50% venda de medicamentos respiratórios se comparado a 2023

 

Principais efeitos da fumaça no organismo

 

 

De acordo com especialistas em pneumologia, a fumaça gerada por queimadas contém uma mistura de partículas finas e gases tóxicos. Entre eles o material particulado (PM2.5), monóxido de carbono (CO) e compostos orgânicos voláteis (COVs).

 

Esses componentes, quando inalados, podem penetrar profundamente nos pulmões e, em longo prazo, causar danos à saúde. Os efeitos da fumaça podem variar dependendo do tempo de exposição, da concentração de poluentes e da sensibilidade de cada indivíduo.

 

Os sintomas mais comuns incluem tosse, coriza, cansaço, falta de ar e irritação na garganta e nos olhos. No entanto, em casos mais graves, os efeitos da fumaça podem levar a crises respiratórias.

 

Sintomas que indicam a necessidade de atendimento médico

 

 

Embora muitos sintomas provocados pelos efeitos da fumaça possam ser tratados em casa, como a irritação nasal e ocular, outros exigem mais atenção. Os pneumologistas dividem os sinais em duas categorias: sintomas iniciais e sintomas graves.

Sintomas iniciais:
- Tosse persistente;
- Irritação nos olhos, nariz e garganta;
- Alergias na pele;
- Secreção nasal;
- Falta de ar leve.

 

Esses sintomas costumam ser passageiros e podem ser aliviados com medidas simples, como uso de soro fisiológico, hidratação e evitar locais com concentração de fumaça. No entanto, se persistirem ou se agravarem, pode ser necessário procurar um médico.

 

 

Sintomas graves:

- Dificuldade intensa para respirar;
- Dores de cabeça frequentes;
- Náuseas e vômitos;
- Confusão mental;
- Crises de chiado no peito;
- Tontura.

 

Esses sinais indicam que os efeitos da fumaça podem ter causado problemas mais sérios, como intoxicação ou inflamações severas nas vias respiratórias. Segundo o Ministério da Saúde, é fundamental buscar atendimento médico imediato se esses sintomas forem observados, pois podem levar a complicações mais graves, como pneumonia ou até mesmo coma.

 

Grupos de risco e cuidados especiais

 

 

Algumas pessoas são mais vulneráveis aos efeitos da fumaça, como crianças, idosos, gestantes e indivíduos com doenças respiratórias preexistentes, como asma.

 

Nesses grupos, os sintomas podem aparecer de forma mais intensa e rápida, aumentando o risco de complicações. Os especialistas recomendam que pessoas pertencentes ao grupo de risco redobrem os cuidados. As medidas incluem:

- Evitar exposição a locais com alta concentração de fumaça;
- Manter o tratamento regular com medicamentos prescritos, como bombinhas de inalação;
- Utilizar umidificadores ou toalhas molhadas para melhorar a qualidade do ar dentro de casa;
- Usar máscaras respiratórias adequadas, como as do tipo N95, PFF2 ou P100, para minimizar a inalação de partículas finas.

 

Medidas preventivas para reduzir os efeitos da fumaça

 

Fotos: Reprodução/Google

 

Para a população geral, os especialistas em saúde também recomendam algumas precauções para minimizar os efeitos da fumaça e evitar o agravamento dos sintomas:

- Aumentar a ingestão de líquidos, como água, para manter as membranas respiratórias úmidas e protegidas;
- Reduzir ao máximo o tempo de exposição à poluição, preferindo ficar em ambientes fechados e bem ventilados;
- Fechar portas e janelas em horários de maior concentração de partículas no ar;
- Evitar atividades físicas em locais abertos durante os horários mais críticos, geralmente entre 12 e 16 horas, quando os níveis de poluição e ozônio são mais altos.

 

Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no FacebookTwitter e no Instagram
Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram.

 

Essas práticas simples podem ajudar a reduzir significativamente os efeitos da fumaça, protegendo tanto as vias respiratórias quanto a saúde geral.

 

Fonte: com informações do Portal do Norte

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Nome:

Email:

Mensagem:

LEIA MAIS
Fique atualizada
Cadastre-se e receba as últimas notícias da Mulher Amazônica

Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.