18 de Abril de 2026

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Saúde - 01/07/2024

Quando a perda de memória deve ser vista com atenção depois dos 50

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Foto: Reprodução/Google

Pessoas entre 55 e 60 anos de idade são mais propensas a ter perda de memória

Qualquer pessoa pode se esquecer onde colocou os óculos ou as chaves, por exemplo. Em momentos da vida que o estresse é maior, esses esquecimentos são mais comuns devido ao ritmo de vida acelerado.Mas a perda de memória se manifesta mais frequentemente quando associada ao envelhecimento e a alguns sintomas que carecem atenção.

 

Mesmo que a partir dos 20 anos de idade as células cerebrais podem começar a diminuir. É apenas a partir dos 50 que deve-se prestar atenção. Continue lendo para conhecer mais detalhes.Médicos geriatras advertem que entre os 55 e 60 anos se acentuam a progressiva perda de memória. Nessa faixa etária, as pessoas podem se recordar de 4% menos coisas que outras pessoas.

 

Esses sintomas chamam atenção aos alertas da aparição de outro tipo de doença cognitiva severa, como o Alzheimer, que requer tratamento especial.

 

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Perda de memória com o avanço da idade

 

 

 

Uma pesquisa realizada na Finlândia examinou mais de 4 mil pessoas ‘cognitivamente saudáveis’ e mediu sua ‘fluidez verbal, memória de listas de palavras e desenvolvimento de listas de palavras’ .

 

Os resultados mostraram que o grau de instrução educacional, gênero e a idade influenciaram o desempenho dos participantes.Médicos geriatras advertem que entre os 55 e 60 anos se acentuam a progressiva perda de memória. Nessa faixa etária, as pessoas podem se recordar de 4% menos coisas que outras pessoas.Esses sintomas chamam atenção aos alertas da aparição de outro tipo de doença cognitiva severa, como o Alzheimer, que requer tratamento especial.

 

Os resultados mostraram que o grau de instrução educacional, gênero e a idade influenciaram o desempenho dos participantes.Proteger a memóriaAlgumas sugestões de médicos geriatras indicam o que pode ser feito para proteger a memória em idades de maior vulnerabilidade.

 

 

Fotos: Reprodução/Google

 

Cuidar do sono: Dormir horas suficientes é fundamental, mas também resolver problemas de insônia aumentam a oxigenação e funcionamento saudável do cérebro.

 

Rotina de exercícios: Os exercícios aeróbicos são os mais indicados para a saúde cerebral, um exemplo são as caminhadas.

 
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Caça-palavras: Os caça-palavras estão presentes em jornais e revistas e além de serem um ótimo passatempo estimulam o cérebro e aumentam a vitalidade cognitiva. 

 

Fonte: com informações do Portal Nova Mulher

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