20 de Abril de 2026

NOTÍCIAS
Política - 20/11/2024

PT não deve aceitar anistia de Bolsonaro: "Impunidade é o fermento da violência"

Compartilhar:
Foto: Reprodução Google

De acordo com Ministro da Comunicação Social, "turma do Bolsonaro é bando de covardes" e PT não deve pensar em anstia

O PT não pretende aceitar nenhum acordo que envolva anistia para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são de Paulo Pimenta, ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom), após vir a tona uma operação que planejava matar o presidente Lula (PT).

 

Os pedidos de anistia a Bolsonaro envolvem, principalmente, as investigações de envolvimento do ex-presidente na tentativa de golpe de 8 de janeiro. O caso se agravou após a Polícia Federal deflagrar uma operação de uma tentativa de golpe em 2022 : nesta, havia planos concretos de matar o presidente Lula e o vice-presidente, Geraldo Alckmin , além de planos de sequestro do ministro do STF Alexandre de Moraes (abortado minutos antes de acontecer).

 

“A gente tem que se recordar e pensar naquele momento. Um momento em que havia os acampamentos em frente aos quartéis, que nós tivemos o conflito no dia 12 de dezembro, que tivemos tentativa de explosão do caminhão próximo ao aeroporto e que tudo isso acaba culminando no 8 de Janeiro , que já vinha sendo planejado, estimulado, financiado. E que agora, materializado em uma ação que tinha data, que tinha plano e que tinha por objetivo assassinar o presidente eleito, o vice-presidente eleito e o presidente do TSE”, disse Pimenta para CNN.

 

Veja também

 

Em meio a investigação de atentado, presidente Lula cancela coletiva internacional

Tenente, assessor, general: saiba quem são os suspeitos de participar de plano para golpe

 

Anistia está fora de questão para PT

 

 

Pimenta reforçou, em entrevista ao UOL, a impossibilidade do PT fazer acordos de anistia depois de todo o ocorrido. Para ele, não é viável que não haja punição: “Nesse momento, falar em anistia é acionar para qualquer movimento que tenha por objetivo acenar para impunidade. A impunidade é o fermento da violência, da intolerância, do ódio que levou o país a essa situação que nós estamos vivendo.”

 

Ele também comentou sobre a questão jurídica de se falar em anistia: “Até porque isso é totalmente ilegal, como é que alguém funcional vai ser aliciado se ainda não foi julgado, se ainda não foi condenado, se é uma excrescência primária do ponto de vista jurídico, do ponto de vista formal?”

 

Fotos: Reprodução Google

 

Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no FacebookTwitter e no Instagram
Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram.

 

O ministro também se mostrou indignado com a “fuga” de aliados de Bolsonaro para assumir responsabilidades, como ele colocou: “O que mais me impressiona dessa história, é que ela traz tantos casos de líderes militares que nas horas decisivas trouxeram para si a responsabilidade e protegeram a sua tropa, protegeram seus oficiais. Essa turma do Bolsonaro, entre outras características, é um bando de covardes. A primeira coisa que eles dizem é, não fui eu, não fui eu, não fui eu, fizeram de jeito sem o sábio, pelo amor de Deus.”

 

Fonte: com informações do Portal iG 

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Nome:

Email:

Mensagem:

LEIA MAIS
Fique atualizada
Cadastre-se e receba as últimas notícias da Mulher Amazônica

Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.