22 de Junho de 2026

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Eleições 2022 - 17/09/2022

Proibição para campanha de Bolsonaro usar imagens do 7 de Setembro não se restringe a material de TV pública, decide TSE

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Foto: Reprodução

Adversários do presidente alegaram na Justiça eleitoral que ele usa evento institucional para promover a reeleição.

O ministro Benedito Gonçalves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), definiu na sexta-feira (16) que a proibição para que a campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro utilize imagens do bicentenário da Independência não se restringe apenas àquelas capturadas pela TV pública.

 

Segundo o ministro, imagens particulares, capturadas também por pessoas ou equipes, também estão vedadas. A ordem vale para os eventos realizados em Brasília e no Rio de Janeiro.

 

Gonçalves, que é o corregedor-geral Eleitoral, analisou um questionamento feito pela defesa de Bosolsonaro.

 

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TSE proíbe Bolsonaro de usar imagens do 7 de Setembro

 

“A proibição contida na decisão liminar de 09/09/2022 abrange a utilização de imagens capturadas, por meio público ou particular, durante os eventos oficiais de comemoração do Bicentenário da Independência, atos realizados em Brasília/DF e no Rio de Janeiro/RJ no dia 07/09/2022”, escreveu.

 

De acordo com o ministro, estão vetadas ainda imagens “inclusive do percurso do presidente da República após deixar a tribuna de honra e se locomover por local somente acessível a este em razão da prerrogativa de Chefe de Estado, assinalando-se que essa delimitação não induz a conclusão automática pela licitude de quaisquer outras condutas objeto da controvérsia nos autos”.

 

Ministro do TSE proíbe Bolsonaro de usar imagens do 7 de Setembro em  propaganda eleitoral - 11/09/2022 - Poder - Folha

Fotos: Reprodução

 

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Na semana passada, o corregedor atendeu a pedido de adversários de Bolsonaro e proibiu que a campanha explorasse o evento do bicentenário. Gonçalves avaliou que houve uma confusão entre os eventos cívico e eleitoral, sendo que isso teria sido impulsionado por Bolsonaro.

 

A decisão do ministro foi mantida, por unanimidade, pelo plenário do TSE.

 

Fonte: Portal G1

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