Vários bolsonaristas favoráveis ao projeto estavam presentes, inclusive policiais da Força Tática que portavam fuzis.
Uma professora de Várzea Grande (MT) peitou um oficial da Polícia Militar na segunda-feira (23), durante apresentação de projeto de militarização da Escola Estadual Adalgisa de Barros. Após a discussão, a comunidade, formada por professores e alunos, negou por aclamação o projeto.
Vários bolsonaristas favoráveis à militarização da escola estavam presentes, inclusive policiais da Força Tática que portavam fuzis.
A audiência pública que precedeu a votação contou com forte manifestação contrária da comunidade escolar, durante a explicação de um tenente-coronel PM sobre os aspectos das escolas militares.
Veja também

'Alugo meu útero': como negócio das barrigas de aluguel cresce na Colômbia
Seleção 'às cegas' aumentou em 80% diversidade nas contratações da B3, diz gerente
????Confusão na Escola Estadual Adalgisa de Barros, em Várzea Grande (MT).
— MidiaJur (@midiajur) January 24, 2023
????A maioria da comunidade escolar não aceita a militarização da escola, mas o governo acredita ser a melhor opção. A audiência pública ocorreu ontem (23/01). pic.twitter.com/43B8NgF5Uo
Vários alunos e professores gritaram em protesto contra o projeto. Para eles, o projeto de mudar o caráter civil da escola era irrevogável.
Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre os parlamentares, estavam os deputados Lúdio Cabral (PT) e Valdir Barranco (PT), que são contra a militarização. O deputado estadual Elizeu Nascimento (PL), bolsonarista e que apoiava o projeto, também esteve presente.
A proposta de militarizar a escola Adalgisa foi apresentada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) no início de novembro.
Fonte: Com informações do Mídia Jur/Revista Fórum
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.