Ano ainda não acabou, mas o setor deve terminar o ano com mais 1 milhão e 400 mil unidades produzidas, aponta Abraciclo.
A produção de motocicletas no Polo Industrial de Manaus deve fechar 2022 com o melhor resultado dos últimos 8 anos. O ano ainda não acabou, mas o setor deve terminar o ano com mais 1 milhão e 400 mil unidades produzidas.
Segundo dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), de janeiro a novembro deste ano, a indústria de motocicletas registrou um aumento de 18,7%, apresentando o melhor resultado em 8 anos.
Entre os principais motivos para o crescimento na demanda estão carros mais caros, valores elevados dos combustíveis e aumento de delivery.
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"Depois de um primeiro bimestre conturbado, devido aos casos da variante Ômicron, as unidades fabris retomaram os níveis das linhas de produção para atender a demanda crescente do mercado", afirmou o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian.
O autônomo Elilson Gomes trocou de moto há 4 meses. Deu a dele como entrada e financiou o restante. Por precisar rodar bastante pela cidade, precisava de um modelo ágil e com durabilidade.
"Comprei essa moto com objetivo pra trabalho e também pra driblar um pouco o trânsito, porque hoje em dia, Manaus, cada dia mais que cresce é engarrafamento, trânsito e a tendência é crescer", contou.

Fotos: Reprodução
A economia também contou na hora da escolha de Gomes. Enquanto um carro 1.0, considerado econômico, faz em média 14 quilômetros por litro, uma moto 160 cilindradas, que é a dele, roda em média 40 quilômetros por litro.
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Mais moto nova rodando na rua, mais faturamento na loja do Júnior Araújo. Ele vende diversos tipos de acessórios para motos e o ano de 2022 está sendo melhor do que ele esperava.
"Ah, tá sendo excelente né? Tivemos aí uma diferença bem grande comparado ao ano passado, cerca de 18 a 20 por cento. Aumento de venda, de acessórios, de produtos, capacetes, protetores. Tudo aquilo que as motos novas precisam quando saem da concessionária", disse.
Fonte: Com informações de José Carlos Amorim, da Rede Amazônica
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