17 de Abril de 2026

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Qualidade de Vida - 14/01/2024

Problemas de pele: veja como o calor pode aumentar risco de alergias

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Foto: Reprodução

Dermatologista explica como calor pode influenciar no desenvolvimento de problemas de pele, como dermatites, brotoejas e outras alergias

Durante as férias de verão, é importante ter atenção quanto aos efeitos do calor. Conforme a temperatura aumenta, algumas pessoas desenvolvem problemas como dermatites e alergias. O dermatologista Danilo S. Talarico explica como a vestimenta e a sudorese influenciam no desenvolvimento de problemas de pele.

 

“Com o aumento da temperatura, é comum que ocorram lesões na pele provocadas por reações alérgicas, suor excessivo e até o uso de roupas abafadas. Em alguns casos, as condições manifestam-se por causas genéticas, mas agravam-se no calor”, explica o dermatologista.

 

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Confira alguns problema de pele comuns no verão:

 

Brotoejas

 

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“Com o acúmulo de suor e gordura, a excreção desses elementos fica prejudicada, o que causa pequenas erupções com o tom avermelhado – são brotoejas. O quadro é caracterizado por deixar a região afetada bastante sensível”, afirma Talarico.

 

Dermatite atópica

 

O que causa dermatite atópica? Como preveni-la e tratá-la?


A dermatite atópica é outra alergia comum no verão provocada pelo desiquilíbrio no sistema imunológico e também a mudança brusca de temperatura. Ela pode levar ao ressecamento da pele e ao surgimento de erupções na superfície cutânea.

 

“Ambientes úmidos, com mofo, ácaros, pólen e excesso de calor e transpiração são alguns dos fatores de risco”, diz o médico. Por conta da coceira prolongada, a doença pode causar ferimentos, vermelhidão e inflamação da pele.

 

“O tratamento consiste no controle da coceira, redução do processo inflamatório e também na prevenção desse tipo de intercorrência. O uso de hidratantes corporais é uma alternativa bastante útil, já que contribui para alívio do eczema. O uso de anti-histamínicos também é recomendado para alívio dos sintomas da coceira”, diz o médico.

 

Dermatite de contato

 

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A dermatite de contato é causada por uma reação alérgica a uma substância que entra em contato com a pele e causa irritação. Segundo o especialista, “existem dois tipos de dermatite de contato, a irritativa e a alérgica”.

 

“No primeiro caso, trata-se de uma reação provocada pelo contato com substâncias ácidas ou alcalinas, comumente presentes em materiais de limpeza pesada e demais substâncias químicas. Já a dermatite de contato alérgica caracteriza-se pela exposição prolongada a determinado produto ou substância”, conta ele.

 

Entre essas substâncias estão perfumes, sabonetes, maquiagens e até medicamentos tópicos que podem provocar sensação de ardência e coceira intensa. “O médico deve ser consultado e pode prescrever medicamentos orais, tópicos e injetáveis para controlar a inflamação”, diz o Dr. Danilo.

 

Urticária

 

Urticária: tudo o que você precisa saber - Dra. Brianna Nicoletti


A urticária são lesões de pele em forma de placas que coçam e deixam a região avermelhada e uma sensação de calor excessivo. Conforme o médico, “elas podem aparecer em qualquer região do corpo, durarem menos de 24 horas e aparecer de novo em outro lugar.

 

“A exposição ao sol e ao calor, contato com substâncias químicas e até infecções (bacterianas, fúngicas e virais) têm relação com o aparecimento dessa alergia, que deve ser tratada com o uso de antialérgicos e calmantes de uso local ou oral”, diz o médico.

 

Dermatite seborreica

 

Dermatite Seborreica - Derma Centrum - Dermatologia Clínica

Fotos: Reprodução Google

 

A caspa também pode aumentar no verão devido à exposição ao calor, que estimula a produção de oleosidade na pele e couro cabeludo. Além desta região, ela pode atingir face, tórax, axilas, ouvidos e pelos pubianos.

 

“Na fisiopatologia da doença, destaca-se ainda a presença de fungo no couro cabeludo, o que provoca aumento do processo inflamatório e consequente piora dos quadros clínicos”, acrescenta o médico.

 

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Para controlar a doença, recomenda-se o uso de shampoos, loções, além de medicamentos e probióticos orais. “A doença não tem cura, mas tem controle. O ideal é procurar um médico”, finaliza. 

 

Fonte: com informações Portal Metrópoles

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