Justin Trudeau afirmou que os canadenses devem priorizar produtos locais e viajar dentro do país, em vez dos EUA. México e China, que também serão impactados pelas tarifas de Trump, já começaram a reagir.
O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, anunciou no sábado, 1/2, a imposição de tarifas de 25% sobre produtos dos EUA, em resposta às taxas adotadas pelo governo norte-americano.
Trudeau afirmou que as tarifas prejudicariam os Estados Unidos, um aliado de longa data. Ele encorajou os canadenses a comprar produtos canadenses e passar férias no Canadá, em vez de nos EUA.Trudeau afirmou em entrevista coletiva que US$ 30 bilhões entrarão em vigor na terça-feira, 4/2, enquanto os US$ 125 bilhões restantes serão aplicados em 21 dias.
Trudeau mencionou que as tarifas de 25% afetariam uma variedade de produtos, incluindo cerveja, vinho, bourbon, frutas, sucos de frutas (como o suco de laranja da Flórida, estado natal de Trump), além de roupas, equipamentos esportivos e eletrodomésticos.Ele afirmou ainda que o governo estuda medidas não tarifárias, incluindo restrições ligadas a minerais críticos, aquisição de energia e outras parcerias.
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Foto: Reprodução/Google
Donald Trump abriu caminho para uma guerra comercial com os três maiores parceiros dos EUA. A Casa Branca disse que estava aplicando tarifas de 10% aos produtos vindos da China e de 25% para as importações do México e do Canadá — com 10% sobre o petróleo canadense. Nos decretos assinados por Donald Trump na tarde de sábado, uma cláusula indica que se os países impuserem tarifas retaliatórias, os EUA vão aumentar ainda mais as taxas.
A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, também ordenou neste sábado tarifas retaliatórias em resposta à decisão dos EUA, segundo a agência Reuters. "Instruí meu ministro da economia a implementar o plano B em que estamos trabalhando", postou Sheinbaum no X.A China vai contestar as tarifas de Trump por meio da Organização Mundial do Comércio (OMC), disse o Ministério do Comércio chinês neste domingo (2).
A imposição de tarifas pelos EUA "viola seriamente" as regras da OMC, disse o ministério em um comunicado, pedindo aos EUA que "se envolvam em um diálogo franco e fortaleçam a cooperação".
Fonte: com informações Portal G1
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