22 de Abril de 2026

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Política - 10/04/2023

Presos no 8 de Janeiro escrevem cartas em tom de revolta. VEJA CARTAS

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Foto: Reprodução

Um deles diz que pretende pleitear cargos políticos no futuro para 'lutar contra a injustiça'.

Presos por participarem dos atos extremistas do 8 de Janeiro escreveram cartas para congressistas nesta 2ª feira (10.abr.2023) com pedidos, desabafos e relatos. O Poder360 teve acesso a 8 desses manuscritos. Leia todos no fim da reportagem.

 

Nas cartas, os extremistas reclamam da falta de ação dos políticos, pedem por justiça e alguns solicitam informações sobre familiares. Outros dizem ser os provedores da família e pedem a liberação. Um deles diz que pretende pleitear cargos na política.

 

“Espero em breve poder entrar para a política, que nenhum cidadão de bem venha passar pela injustiça em que eu me encontro hoje. Somos presos políticos lutando não só por nossas famílias, mas sim por uma nação”, escreveu.

 

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Em outra carta, um homem escreve que “quase todos os deputados e senadores estão de mãos atadas e com medo de tomar uma decisão”. Ele não especifica que decisão seria.

 

O mesmo homem sugere que os “cidadãos de bem” presos poderiam se manifestar dentro do complexo penitenciário:

 

“O que será feito pelos nossos eleitos para evitar que se inicie na prisão uma manifestação pelos cidadãos de bem, que vai atingir a população em geral, com críticas, cobranças da opinião pública?”

 

 

Outro extremista escreve que faltam 25 dias para o fim do seu auxílio-desemprego.

 

“Minha advogada está com dificuldades para tirar meu auxílio. Sou casado no papel e tenho 2 filhos com minha esposa. Me ajuda por favor. Sou o provedor da minha casa”.

 

Um deles cita um versículo bíblico no texto de 20 linhas: “Sejas forte e corajoso”. E escreve:

 

LEIA AQUI OS RELATOS:

 

 

 

 

 

 

 

(Fotos: Reprodução / Portal Poder 360)

 

“Sou formado em direito e o que me mais dói nesse momento não é nem o fato de estar preso, mas saber que todos os nossos direitos nos foram negados”.

 
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O mesmo homem ainda prossegue: “Somos perseguidos por defendermos os bons costumes, a Deus, a família e a liberdade”.

 

Outro manifestante, de 49 anos, detalha uma lista de comorbidades supostamente diagnosticadas para defender sua soltura. Diz ser paciente bariátrico, com tontura frequente, e pede o envio de medicamentos.

 

Fonte: com informações do Portal Poder 360 

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