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Geral - 19/01/2022

PREOCUPAÇÃO GERAL: pico de Ômicron no Brasil pode acontecer em fevereiro, apontam especialistas

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Foto: Reprodução

Pedestres usando máscaras caminham em rua comercial

O Brasil registrou um novo recorde de números de casos registrados nas últimas 24 horas na terça-feira (18). De acordo com o Ministério da Saúde, foram confirmados 137.103 novos casos de Covid-19.

 

O número fica abaixo apenas dos 150.106 casos informados em 18 de setembro do ano passado, quando houve um enorme volume de casos registrados devido a dados represados. As informações são do jornal O Globo.

 

A explosão no número de novos casos é por conta da variante Ômicron. De acordo com especialistas, com base na experiência de outros países, o Brasil deve atingir o pico de contágio dentro de 2 ou 3 semanas. 

 

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Os dados de países como África do Sul, Reino Unido, Canadá e Austrália sugerem que após o aumento de novos casos, que dura cerca de 5 semanas, a tendência é de queda acentuada.

 

 

“Vamos observar essa curva aqui e o estado onde isso será visto precocemente é São Paulo, que teve os primeiros casos. No entanto, como teve réveillon e férias, houve uma sincronização entre as regiões. É um tsunami que vem e vai muito rapidamente. Se considerarmos a semana entre Natal e Ano Novo como início da curva epidemiológica, teremos o pico no começo de fevereiro para depois começar a queda. Isso, claro, se a nossa curva epidêmica se comportar de forma semelhante”, explicou ao jornal O Globo o infectologista, professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Julio Croda.


Para a epidemiologista Ethel Maciel, da Universidade Federal do Espírito Santo, tendo em conta o que ocorreu em outros países, “o Brasil alcançará o pico da onda atual em fevereiro”.

 

Profissional de saúde prepara dose de vacina contra

Covid-19 para aplicação (Fotos: Reprodução)

 

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Ela alertou, porém, que a falta de dados sobre a pandemia dificulta a avaliação do verdadeiro cenário da pandemia. “O problema no Brasil é o de sempre: não temos testes, e com o apagão de dados temos menos noção ainda do que está acontecendo. É difícil cravar com precisão acertada”, afirmou ao O Globo.

 

Fonte: Revista IstoÉ / O Globo

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