17 de Maio de 2026

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Geral - 27/09/2023

Prefeitura e sociedade civil realizam palestra sobre prevenção ao suicídio para usuários do Cras

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Foto: Diego Lima / Semasc

Durante a palestra, foram discutidos os principais sinais que uma pessoa com a saúde mental debilitada pode aparentar, formas de cuidados com o corpo e mente

Em mais uma atividade do “Setembro Amarelo”, campanha de prevenção ao suicídio, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), em parceria com o instituto Desafio Jovem de Manaus, realizou, nesta quarta-feira, 27/9, uma palestra com usuários atendidos pelos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif), do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Cachoeirinha, na zona Sul.

 

“Nosso objetivo é chamar a atenção de nossos usuários para esse tema tão presente em nossa sociedade nos dias de hoje. É uma forma de mostrarmos os diferentes tipos de pedido de socorro que uma pessoa pode dar antes que algo pior aconteça e também de mostrar que estamos aqui para conversar com eles, ouvi-los e acolhê-los”, destacou a coordenadora do equipamento, Valdineia Albuquerque.

 

Durante a palestra, foram discutidos os principais sinais que uma pessoa com a saúde mental debilitada pode aparentar, formas de cuidados com o corpo e mente, a importância do acompanhamento psicológico e principais equipamentos da rede pública responsáveis por esse tipo de atendimento.

 

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Para a psicóloga do grupo de abordagem social “Braços Abertos”, do instituto Desafio Jovem, e principal facilitadora da palestra, Amanda Leal, é muito importante que esse tipo de conhecimento chegue ao público atendido pelo Cras e outras instituições da rede de proteção social, uma vez que as vulnerabilidades sociais e estruturais dessas pessoas, muitas vezes, as impossibilita de ter plena consciência de seus problemas pessoais e acesso ao devido atendimento psicológico.

 

Fotos: Diego Lima / Semasc

 

“Muitas famílias em estado de vulnerabilidade social não possuem sequer a tecnologia necessária para ter acesso a esses serviços, não possui um telefone celular de qualidade, um computador e coisas do tipo. Então, sentimos a necessidade de ir até as comunidades, passar o conteúdo didático e mostrar quais os meios pelos quais essas famílias podem pedir ajuda”, explicou.

 
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A aposentada Graciete Nascimento, 75, reconheceu a importância da atividade e elogiou a iniciativa do equipamento em convidar os usuários para participar do momento. “Foi muito gratificante para mim. As coisas que foram ditas, muitas delas acabaram se encaixando em momentos da minha vida que já passaram, então eu entendi que eu poderia e posso, sim, conversar e pedir ajuda. Saio daqui hoje pensando muito nisso”, afirmou. 

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