Direcionada a servidores da rede municipal de saúde, a formação terá duração de 20 horas, e será dividida em conteúdos teóricos e práticos desenvolvidos nos turnos matutino e vespertino.
Com o objetivo de ampliar a oferta das Práticas Integrativas Complementares (PICs) para os usuários da rede municipal de saúde, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), realiza, nesta quinta e sexta-feira, 6 e 7/11, respectivamente, o Curso de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICs), no auditório do parque municipal do Mindu, no bairro Parque 10 de Novembro, na zona Centro-Sul da cidade.
A qualificação, que tem o apoio da Escola de Saúde Pública de Manaus (Esap), da Semsa, terá como foco a auriculoterapia, técnica chinesa que consiste no estímulo de determinados pontos da orelha para gerar melhoras significativas em estados físicos e mentais. Direcionada a servidores da rede municipal de saúde, a formação terá duração de 20 horas, e será dividida em conteúdos teóricos e práticos desenvolvidos nos turnos matutino e vespertino.
A chefe do Núcleo de Prevenção de Riscos à Saúde por Causas Externas e Fatores de Risco da Semsa, Carla Azevedo, informa que a cada formação, vem percebendo o interesse dos servidores em participar das qualificações, o que demonstra que as PICs estão conquistando reconhecimento entre os profissionais da rede municipal de saúde.
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“O interesse dos servidores em participar das formações comprova que eles querem ampliar seus conhecimentos e estão comprometidos em ofertar um cuidado mais humanizado com base no bem-estar dos usuários”, assinala.
Programação

Fotos: Divulgação/Semsa
No primeiro módulo do curso, que acontece nesta quinta-feira, 6/11, os participantes conhecerão como as PICs se inserem no Sistema Único de Saúde (SUS). A utilização da auriculoterapia como terapia complementar na saúde pública, bem como conceitos, aspectos históricos e fundamentação da medicina tradicional chinesa também serão explanados.
O segundo módulo é direcionado a avaliação dos desequilíbrios energéticos e aos materiais utilizados na prática. Nesta etapa, os participantes farão a aplicação prática com os colegas em grupo em formato de dinâmica. A ação será orientada por um facilitador que apoiará o manuseio do material, a avaliação e o atendimento realizado.
“Ao final, todos os participantes farão pelo menos uma aplicação de auriculoterapia completa em um colega participante e responderão perguntas oralmente em roda de conversa sobre pontos chaves da técnica”, explica Carla Azevedo. Na rede primária de atenção à saúde, as PICs são ofertadas em 71 unidades de saúde distribuídas em todas as zonas geográficas da capital.
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