Caso em Manaus envolve diferença de valor na licitação e na assinatura do contrato, além de aditivo
O prefeito de Manaus, David Almeida, justificou o aumento do contrato da Prefeitura com a operadora Hapvida, que passou de R$ 45 milhões para R$ 119 milhões em 2026, e atribuiu a elevação ao crescimento no número de servidores atendidos.
Segundo ele, o total de beneficiários subiu de 32 mil para 47 mil vidas. “No próprio contrato já estava previsto que nós tínhamos 32 mil vidas e que, a cada mil vidas, haveria um aditivo de crescimento”, afirmou.
Na licitação de 2024, a Hapvida apresentou proposta de R$ 108 milhões, mas o valor caiu para R$ 45 milhões após o pregão. Posteriormente, decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) permitiu o retorno ao montante original. Com novos beneficiários e um aditivo de 10%, o custo chegou a R$ 119 milhões.
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Foto: Reprodução/Google
Almeida afirmou que o custo médio de R$ 211 por servidor torna o plano um dos “mais baratos do Brasil” e ajuda a reduzir a demanda na rede municipal.
Dados da Lei Orçamentária Anual mostram que, em 2024, a Prefeitura gastava R$ 83 milhões com a saúde dos servidores pelo ManausMed. O valor atual representa aumento de 43% em relação ao modelo anterior.
Fonte: com informações BNC
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