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Em novembro, quando tiver início a COP30, em Belém, o Brasil apresentará ao mundo um paradoxo climático: será o país que mais investe em novas fronteiras de petróleo na América Latina e, ao mesmo tempo, uma das maiores potências em bioenergia do mundo.
Petrobras é o símbolo dessa dualidade. Nos últimos dois anos, a estatal aprovou investimentos recordes na exploração de petróleo no pré-sal — mais de R$ 500 bilhões até 2029 — enquanto seus executivos discursam sobre transição energética em eventos internacionais.
Para o empresário Dan Ioschpe, que coordena a agenda do setor privado na COP30, essa aparente contradição é, na verdade, uma oportunidade única.
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“O Brasil está numa posição de oferecer soluções,” diz Ioschpe. “Temos soluções escaláveis em combustíveis sustentáveis para aviação e transporte terrestre.”
A questão é como vender essa narrativa para um público internacional cada vez mais cético em relação às promessas climáticas das petroleiras.
Fonte: com informações do Istoè Dinheiro.
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