17 de Maio de 2026

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Comportamento - 15/01/2024

Por que estar apaixonado embaralha nossos cérebros? Novo estudo responde

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Foto: Reprodução/Google

Uma segunda fase do estudo que analisou a intensidade do amor romântico precoce incluiu apenas 812 dos participantes originais, que relataram estar apaixonados há menos de dois anos.

O início de um relacionamento é emocionante. Vocês não conseguem tirar as mãos um do outro e pode ser um momento muito ruim para tomar decisões financeiras ou profissionais importantes. Durante muitos anos, a ciência tentava entende r por que nossos cérebros ficam confusos quando nos apaixonamos, sem sucesso. Até agora. Um novo estudo parece ter algumas respostas.

 

Pesquisadores da Universidade Nacional Australiana, em parceria com a Universidade de Canberra e a Universidade do Sul da Austrália, conduziram uma pesquisa com 1.556 jovens adultos que se identificaram como “apaixonados”. As questões tiveram como objetivo avaliar os sentimentos e comportamentos dos entrevistados em relação ao parceiro.

 

Uma segunda fase do estudo que analisou a intensidade do amor romântico precoce incluiu apenas 812 dos participantes originais, que relataram estar apaixonados há menos de dois anos. Os cientistas queriam investigar se o sistema de ativação comportamental (BAS, na sigla em inglês) – o mecanismo dentro da mente e do corpo que promove comportamentos que podem levar a uma recompensa – desempenha um papel no amor romântico.

 

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A pesquisa relacionou o BAS a vários aspectos do comportamento humano, bem como a condições psiquiátricas como o transtorno bipolar, mas esta é a primeira vez que foi estudado neste contexto.

 

Os resultados, publicados na revista científica Behavioral Sciences, confirmaram que o cérebro de pessoas apaixonadas funciona de forma diferente, com pensamentos e ações (embora temporariamente) girando em torno do novo parceiro romântico. O que impulsiona essas mudanças de comportamento, seriam os hormônios.

 

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“Sabemos o papel que a oxitocina desempenha no amor romântico, porque temos ondas dela circulando pelo nosso sistema nervoso e pela corrente sanguínea quando interagimos com os entes queridos. A forma como os entes queridos assumem especial importância, no entanto, deve-se à combinação da oxitocina com a dopamina, uma substância química que o nosso cérebro liberta durante o amor romântico", escreveram os autores.A próxima etapa do estudo é analisar as diferentes abordagens do amor em homens e mulheres, bem como categorizar as pessoas que vivenciam o amor romântico em quatro tipos diferentes.

 

Fonte: com informações do Portal O Globo

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