As informações foram reveladas pelo Intercept Brasil nesta sexta-feira (15). Segundo o site, o contrato oferecia um "atalho" para que investidores comprassem o direito a visto de residência permanente nos Estados Unidos.
O plano de investimento do filme "Dark Horse" sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro previa uma oferta de cotas que variavam de US$ 500 mil a US$ 1,1 milhão e tinha como chamativo a promessa incomum no mercado de cinema de uma "oportunidade de imigração" nos Estados Unidos.
As informações foram reveladas pelo Intercept Brasil na sexta-feira (15). A TV Globo confirmou as informações. Segundo o site, o plano oferecia um "atalho" para que investidores comprassem o direito a visto de residência permanente nos Estados Unidos.
Essa promessa, no entanto, constava apenas para aqueles que comprassem o pacote mais caro, de US$ 1,1 milhão de dólares (cerca de R$ 5.5 milhões na cotação atual).
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Estratégia de venda
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Para atrair investidores, o orçamento do filme foi dividido em pacotes de investimento que ofertavam 40 cotas de US$ 500 mil — um total de US$ 20 milhões (mais de R$ 100 milhões na cotação atual). Além disso, previa a venda de cinco cotas de US$ 1 milhão cada (cerca de R$ 5 milhões na cotação atual). O investidor que comprasse esse pacote teria direito a uma cadeira no conselho do filme, podendo dar opiniões sobre a produção.
Segundo o Intercept, quem investisse no filme teria como retorno o dinheiro alocado mais 20% sobre o valor investido. Após quitar os pagamentos, o lucro restante seria dividido meio a meio entre investidores e produtores. O plano de investimento projetava três cenários para a receita global do filme:
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Fotos: Reprodução/Google
US$ 45 milhões (cerca de R$ 227 milhões na cotação atual)
US$ 70 milhões (cerca de R$ 350 milhões na cotação atual)
US$ 100 milhões de dólares (cerca de R$ 500 milhões na cotação atual)
Eduardo Bolsonaro como produtor-executivo
O deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) trabalhou como produtor-executivo do filme sobre a história do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e tinha entre suas atribuições ajudar na captação de recursos para o projeto. A função consta em contrato a que o Intercept Brasil teve acesso. A TV Globo confirmou as informações.
Fonte: com informações G1
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