Denúncias envolvem os crimes de calúnia, injúria e injúria real
A Procuradoria Geral da República (PGR) denunciou na terça-feira, 16, ao Supremo Tribunal Federal (STF) os três brasileiros que hostilizaram o ministro Alexandre de Moraes no Aeroporto Fiumicino, de Roma (Itália).
Roberto Mantovani Filho responderá pelos crimes de calúnia, injúria e injúria real. Renata Munarão, esposa do empresário, e Alex Zanatta Bignotto, genro do casal, foram denunciados por calúnia e injúria.
Em 2023, os três encontraram Alexandre de Moraes e teriam acusado o ministro de ter fraudado as eleições de 2022 para beneficiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Mantovani Filho também é acusado de ter dado um tapa no rosto do filho de Moraes.
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Moraes afirmou, em depoimento à Polícia Federal, que foi chamado de “bandido, comprado e fraudador de urnas”. Em fevereiro deste ano, o caso chegou a ser encerrado pelo delegado Hiroshi de Araújo Sakaki, da PF, que não pediu o indiciamento da família, justificando que não foi possível confirmar a troca de ofensas.
Novo delegado do caso após a saída de Sakaki, Thiago Severo de Rezende destacou que, apesar de não terem som, as imagens do momento não contradizem com o que foi dito pelos agredidos.
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“Todas as circunstâncias que envolvem o fato vão de encontro com a versão apresentada pelos agressores. A versão das vítimas não é contradita em momento algum pelas imagens. Muito embora as palavras proferidas não possam ser ouvidas, nada nas imagens contradiz o que foi dito em tom uníssono pelos agredidos. Volto a enfatizar que a palavra da vítima em casos onde ‘versões’ são basicamente o cerne da questão deve sempre ter peso diferenciado, mais ainda quando os demais instrumentos de prova colhidos apontam na mesma direção”, afirmou o delegado.
Fonte: com informações do Terra
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