17 de Maio de 2026

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Ciência e Tecnologia - 24/05/2023

Pesquisa científica sobre nanotecnologia e frutos amazônicos apoiada pela Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade é publicada em periódico internacional

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Foto: Divulgação

Estudo avaliou os resultados de um nanocomposto à base de guaraná

Um estudo científico sobre nanotecnologia e frutos amazônicos, que contou com a participação de pesquisadores da Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade foi publicado no periódico internacional Cosmetics, da editora de revistas científicas MDPI.

 

O artigo conta com a participação do Dr. Euler Ribeiro, reitor da FUnATI e a consultora científica da instituição, Profª Dra. Ivana Mânica da Cruz, em uma parceria que envolveu o Laboratório de Nanotecnologia da Universidade Franciscana e o Laboratório Biogenômica da Universidade Federal de Santa Maria, além de outros parceiros da Universidade de Barcelona, na Espanha.
 

O estudo visou a produção de um nanocomposto que contém o guaraná como base. O uso dessas nanoformulações na saúde humana oferece várias vantagens em relação a formas convencionais de tratamento, sendo a principal delas a capacidade de direcionar e liberar agentes terapêuticos de forma controlada e precisa no local de ação.

 

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Segundo o reitor da FUnATI, Dr. Euler Ribeiro, a nanotecnologia é hoje uma aliada não somente no tratamento de diversas doenças, mas também no diagnóstico, como o câncer, doenças neurodegenerativas e doenças autoimunes. "Entre as vantagens elencadas, destacamos os diagnósticos que poderão ser mais rápidos, seguros e precisos”, afirmou o reitor.

 

O estudo também avaliou a estabilidade e toxicidade in vitro desse nanocomposto, ou seja, sua durabilidade frente a diferentes condições e se o mesmo teria ações benéficas e em qual faixa de concentração elas poderiam ser obtidas.

 

Fotos: Divulgação

 

A nanotecnologia contendo guaraná apresentou estabilidade físico-química por 60 dias, quando armazenadas em geladeira e demonstrou baixa toxicidade nas células testadas. Sendo assim, os estudos iniciais demonstraram que o nanocomposto é seguro e pode ser considerado promissor para aplicações tópicas.

 
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"Em breve, novos estudos serão realizados para complementar nosso conhecimento acerca desse tema e verificar o potencial das sequências dessas pesquisas", finaliza o Dr. Euler. 

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