No Brasil, levantamentos da Galderma mostram que até 84% da população afirma apresentar algum nível de sensibilidade cutânea.
Sensações frequentes de ardor, coceira, vermelhidão e repuxamento da pele nem sempre são apenas reações momentâneas ao clima ou a produtos cosméticos. Embora muitas pessoas associem esses sintomas a reações passageiras, especialistas alertam que a sensibilidade cutânea merece atenção e cuidados específicos.
Pesquisas indicam que até 70% da população mundial relata algum grau de sensibilidade na pele, com sintomas como ardor, irritação e repuxamento diante de estímulos que normalmente não provocariam reações. Mesmo sendo frequente, o quadro nem sempre está ligado a doenças dermatológicas: cerca de 40% das pessoas que apresentam sensibilidade não possuem outras condições cutâneas associadas.
Outro dado que chama atenção é o aumento das autodeclarações ao longo dos anos. Estudos apontam crescimento de 55% na percepção de pele sensível nas últimas duas décadas. No Brasil, levantamentos da Galderma mostram que até 84% da população afirma apresentar algum nível de sensibilidade cutânea.
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Segundo a dermatologista Livia Kanayama, a pele sensível costuma reagir de forma exagerada a estímulos externos e internos.“O paciente percebe que a pele reage com facilidade, apresentando vermelhidão, ardor ou desconforto após mudanças de temperatura, uso de determinados produtos ou até situações de estresse”, explica.
Entre os fatores que podem desencadear crises estão exposição solar sem proteção, poluição, banhos muito quentes, cosméticos inadequados e alterações hormonais. A médica destaca ainda que períodos como a menopausa podem aumentar a fragilidade da barreira cutânea, deixando a pele mais seca e reativa.Para reduzir os desconfortos, a orientação é investir em uma rotina de cuidados mais delicada, com produtos hidratantes e fórmulas suaves.

Fotos: Reprodução/Google
“A escolha correta dos dermocosméticos faz muita diferença. Fórmulas suaves, com ativos hidratantes e reparadores da barreira da pele, ajudam a reduzir a reatividade e a melhorar o conforto cutâneo”, afirma Dra. Livia. Um dos cuidados externos, a alimentação também pode influenciar diretamente a saúde da pele. Nutrientes como vitaminas, zinco, fibras e lipídios essenciais ajudam a fortalecer a barreira cutânea e reduzir processos inflamatórios. A influenciadora Alana Marins, que convive com a condição, reforça a importância do acompanhamento adequado.
“A informação e o acompanhamento adequado são fundamentais para evitar crises e manter a saúde cutânea em equilíbrio. Desde que comecei a usar os produtos da marca Cetaphil específicos para o meu tipo de pele, percebi uma mudança incrível”, relata.Especialistas alertam que sintomas persistentes não devem ser ignorados. Procurar orientação dermatológica pode ajudar a identificar os gatilhos da sensibilidade e garantir uma rotina mais adequada para manter a pele saudável no dia a dia.
Fonte: com informações Ig
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