Em 2019, 2.800 jornalistas mulheres assinaram um documento em defesa da jornalista, atacada pelo presidente Jair Bolsonaro. Não é à toa que ela não está sozinha
A repórter especial da Folha de S. Paulo Patricia Campos Mello foi a protagonista do maior movimento de apoio entre mulheres da história da imprensa brasileira.
Autora da reportagem que revelou um esquema de financiamento de fake news durante a campanha de Jair Bolsonaro, ainda em 2019, foi alvo de uma série de ataques misóginos no começo deste ano proferidos, inclusive, pelo próprio presidente.
Tudo começou com uma declaração mentirosa do funcionário da empresa de disparos em depoimento à CPMI das Fake News. Ele disse que Patricia havia se insinuado para conseguir informações e forjar publicações. Como forma de repúdio, 2.800 jornalistas mulheres assinaram um documento.
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Foto: Reprodução/Google
Uma das mais premiadas jornalistas do país, foi correspondente internacional e de guerra. Entrevistou o ex-presidente George Bush e cobriu conflitos na Síria e no Iraque. Autora de Lua de Mel em Kobane (Companhia das Letras), é uma inspiração para uma geração de jornalistas – e de mulheres. Não é à toa que ela não está sozinha.
Fonte: com informações do Portal Folha de São paulo
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