A orientação sugere adiar a cirurgia pelo menos duas horas após a pessoa ter fumado
A Sociedade Americana de Anestesia Regional e Medicina da Dor emitiu novas recomendações indicando o rastreio do uso de maconha antes de procedimentos cirúrgicos que requerem anestesia.
De acordo com o documento, todos os pacientes devem ser questionados sobre o uso de maconha antes de procedimentos cirúrgicos, e sobre como foi feita a ingestão da droga: por fumo ou ingestão, a quantidade e a hora em que foi consumida, além da frequência de uso.
A orientação sugere adiar a cirurgia pelo menos duas horas após a pessoa ter fumado cannabis pela última vez devido a um risco aumentado de infarto do miocárdio, taquicardia ou outras arritmias cardíacas na sala de recuperação. Além disso, a cirurgia para um usuário de maconha que apresenta sinais de intoxicação aguda e alterações do estado mental deve ser cancelada porque o paciente não pode dar consentimento informado.
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Foto: Reprodução
De acordo com a Sociedade Americana de Anestesia Regional e Medicina da Dor, a maconha pode interagir com anestésicos e outras drogas, dificultando o controle da dor e podendo levar a condições mais graves.
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No entanto, a orientação não chega a sugerir a triagem toxicológica universal de pacientes para canabinoides com base na atual falta de evidências.
Fonte: com informações do Portal Terra
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