20 de Abril de 2026

NOTÍCIAS
Política - 30/09/2023

Orientadas por Bolsonaro, forças armadas agiram para levantar desconfiança na eleição, diz Barroso

Compartilhar:
Foto: Reprodução/Google

O novo presidente do STF comentou a retirada das Forças Armadas da lista de entidades credenciadas a fiscalizar o processo eleitoral

O recém-empossado presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luís Roberto Barroso, comentou na sexta-feira, 29/09, a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de retirar as Forças Armadas e o próprio STF da lista de entidades legitimadas a fiscalizar o processo eleitoral.

 

"Lamentavelmente, o que aconteceu é que os militares trabalharam para levantar desconfianças. E, orientados a levantar suspeitas, não conseguiram. A competência era do TSE, a avaliação é que isso não se provou bem, e a nova gestão decidiu mudar", disse o ministro.

 

Nesta semana, por unanimidade, o TSE aprovou uma alteração na resolução que atualiza a lista de entidades legitimadas a fiscalizar o processo eleitoral. Com as mudanças, o STF e as três Forças (Exército, Marinha e Aeronáutica) deixaram de integrar o rol de instituições autorizadas a acompanhar as fases de auditoria das urnas e dos sistemas eleitorais.

 

Veja também 

 

Brasil assume presidência do Conselho de Segurança da ONU neste domingo

Caso Marielle: Moraes paralisa julgamento no STF que vai definir se Justiça pode quebrar sigilo de internet até de quem não é investigado



 

Nas eleições do ano passado, a corte eleitoral e os militares travaram um embate sobre o processo eleitoral. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) também utilizou questionamentos das Forças Armadas para fazer críticas à atuação do TSE.

 

Fotos: Reprodução/Google

 

Além dessa mudança, os ministros incluíram o teste de integridade com biometria na norma que define as regras para a realização dos procedimentos de fiscalização do sistema eletrônico de votação.

 

Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no FacebookTwitter e no Instagram.

Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram.

 

A lista de instituições autorizadas a participar das etapas de fiscalização são partidos políticos, federações e coligações, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ministério Público, Congresso Nacional, Controladoria-Geral da União (CGU), Polícia Federal (PF), Sociedade Brasileira de Computação, Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Tribunal de Contas da União (TCU) e Confederação Nacional da Indústria (CNI).

 

Fonte: com informações Carta Capital

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Nome:

Email:

Mensagem:

LEIA MAIS
Fique atualizada
Cadastre-se e receba as últimas notícias da Mulher Amazônica

Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.