*Por LÚCIO CARRIL - Elas são as Brigittes, as Marias, as Joanas, as Begônias...
Elas são as mulheres da vida, as mulheres da nossa vida.
São nossas filhas, nossas mães, nossas irmãs, nossas companheiras; e são aquelas mulheres amigas, do abraço forte e fraterno, naquelas horas que só um abraço resolve.
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As mulheres que amamos são sempre belas, porque belo é o amor ( quem não tem amor se perdeu na escuridão da vida, não tem aparência nem essência; é só um vagante sem alma).
As mulheres que amamos estão nas nossas casas, nas casas ao lado, na mesa, na cama, no pensamento, no corpo, no olhar terno e nas palavras duras quando tem que ser. Elas estão na vida.
As mulheres que amamos não tem idade, tem ternura; não tem cabelos brancos ou amarelos, tem um coração cheio de amor; não tem rugas, tem experiência do olhar; não tem erros, tem o acerto como meta.
As mulheres que amamos estão bem aqui, pertinho do meu coração. Eu sinto o cheiro e o sopro do seu espírito de solidariedade.
As mulheres que amamos estão em todos lugares, na Champs-Élysées e no Igarapé do 40. São nossas companheiras e sempre terão nosso respeito e amor.
*Lúcio Carril é sociólogo, ex-secretário executivo da Secretaria de Política Fundiária do Estado do Amazonas, ex-delegado federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário e especialista em gestão e políticas públicas pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.