PF informou que crimes são cometidos em um instituto destinado à recuperação de dependentes químicos, no município de Itacoatiara. Segundo a PF, os responsáveis pelo instituto submeteriam os internos a condições degradantes de higiene, sem alimentação ade
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira, 27, a Operação Cativos, com o intuito de reprimir crimes de trabalho análogo à escravidão em um instituto destinado à recuperação de dependentes químicos, no município de Itacoatiara, no interior do Amazonas.
Segundo a PF, os responsáveis pelo instituto submeteriam os internos a condições degradantes de higiene, sem alimentação adequada e a trabalhos forçados, além de realizarem a exploração da imagem deles em “lives” realizadas por meio das redes sociais com o objetivo de obter engajamento e recursos financeiros de doadores.
Investigadores afirmaram à GloboNews que o alvo da operação é um pastor que recebia os internos no instituto e os mostrava em vídeos publicados em uma rede social.
Veja também

'Detran Cidadão no Interior' promove mais de 450 atendimentos no município de Anamã
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/L/P/kOsCrHSBu3ONiWCPm2pw/whatsapp-image-2024-02-27-at-08.20.05.jpeg)
O alvo foi identificado como o pastor Arison Aguiar, conforme a Polícia Federal. Durante a manhã, os policiais estiveram na casa dele e, depois, seguiram para a sede feminina do instituto. Ele foi intimado a depor sobre a prática que é investigado.
A operação mobiliza 25 Policiais Federais, que cumprem três mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal Criminal da SJAM, em locais estratégicos identificados durante as investigações.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/I/o/7f1zDTTTybcbe9fHLD3w/whatsapp-image-2024-02-27-at-08.22.32.jpeg)
Fotos: Reprodução Google
Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram.
A Operação Cativos também conta com a participação do Ministério Público do Trabalho, do Ministério do Trabalho e da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (SEJUSC), conforme a Polícia Federal.
Fonte: com informações Portal G1
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.