Depois da OMS e da Cruz Vermelha, foi a vez de a Organização das Nações Unidas (ONU) se pronunciar sobre invasão de Israel a hospital
A Organização das Nações Unidas (ONU) está “horrorizada” com a operação militar de Israel no Hospital Al-Shifa, na Faixa de Gaza. A afirmação veio do subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários (OCHA, do inglês), Martin Griffiths, nesta quarta-feira, 15/11.
“Estou horrorizado com as informações sobre operações militares no hospital Al-Shifa de Gaza. A proteção dos recém-nascidos, pacientes, profissionais da saúde e de todos os civis deve ter precedência sobre todas as outras questões”, escreveu Griffiths. A publicação se deu por meio da rede social X, antes chamada de Twitter. Griffiths ainda afirmou que “hospitais não são campos de batalha”.
Algumas horas depois da publicação, Griffiths continuou: “Não pode ser permitido que a carnificina em Gaza continue. Nós continuamos vendo cenas de horror todos os dias. Ambos precisam concordar com um cessar-fogo humanitário e parar com as lutas”, assinalou.
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Foto: Reprodução Google
Mais cedo, o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, confirmou que a instituição perdeu, de novo, contato com a equipe que se encontra no hospital Al-Shifa, na Faixa de Gaza, que tem sido alvo de uma operação das forças de Israel desde a terça-feira, 14/11.
A ofensiva de Israel no local ainda teria sido condenada também pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Por meio de comunicado, a entidade afirmou que todos estão “extremamente preocupados com o impacto para os pacientes e feridos, profissionais da saúde e civis”.
Algumas horas depois de o Exército de Israel confirmar operação no maior hospital da Faixa de Gaza, o Al-Shifa, as Forças de Defesa do país (IDF) afirmaram ter abatido cinco membros do grupo Hamas em confrontos no local.
Fonte: com informações do Portal Metrópoles
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