Senador concedeu entrevista ao G6 e falou sobre candidatura ao governo, Operação Maus Caminhos, candidato a vice, Bolsonaro, Lula e outros temas; confira:
O senador Omar Aziz (PSD) foi o entrevistado do G6 – consórcio formado pelos sites jornalísticos Portal ÚNICO, BNC, Amazonas Atual, Blog do Mário Adolfo, Blog do Hiel Levy e Portal do Marcos Santos – na manhã da terça-feira, 29, e durante mais de uma hora falou sobre realizações de seu governo, abordou temas como reeleição, o presidente Lula, a disputa pelo governo do estado, etc. Confira algumas opiniões:
Candidatura ao governo – “Para mim seria grandioso se Deus e o povo do Amazonas me permitisse voltar a governar nosso Estado. Eu sei que fiz um bom governo. Podem até não gostar de mim, mas dizer que não houve avanços, não”.
Lula na reforma tributária e a ZFM – “Estávamos em uma reunião com Haddad (ministro da Fazenda, Fernando Haddad), quando Lula bateu na mesa e disse: Haddad, não quero que você conceda um centímetro à Zona Franca de Manaus, mas não é pra tirar um milímetro dela também. É o meu compromisso com o povo do Amazonas”.Operação Maus Caminhos – “Procurem se há alguma denúncia relacionada à Maus Caminhos. Querem falar da Maus Caminhos? Vamos falar. Nunca fui denunciado. Oito anos depois, o inquérito foi encerrado porque não havia absolutamente nada contra mim. Mas eu sofri com isso. Sofri muito. Até hoje tem gente que tenta fazer esse vínculo”.
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Reeleição para os cargos executivos – “Sou contra. Muitas vezes as pessoas metem os pés pelas mãos pela reeleição. Quebra o Estado, é irresponsável com o município. Você assume o governo e já começa a ser candidato à reeleição no segundo dia. Cinco anos é tempo suficiente pra você fazer o planejamento no primeiro ano, licitar e concluir antes de sair do mandato”.
Bolsonaro – “Tínhamos relações cordiais quando ele era parlamentar. Depois que assumiu a presidência, falei com ele uma única vez. Ele disse que não entendia nada de Zona Franca e pediu para falar com Paulo Guedes (ministro da Fazenda de Bolsonaro). Bolsonaro não é meu inimigo, é um adversário político”.
Lula – “É um democrata, com uma sensibilidade fora do limite”.
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Fotos: Reprodução/Google
Candidato a vice-governador – “Você (ao repórter) sabe que essas decisões não são tomadas assim. Tudo é resultado de muitas conversas”.
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Anistia para 8 de janeiro – Eu tenho cobrado do ministro Alexandre de Moraes que as penas alcancem quem financiou. Não apenas quem executou, mas também quem financiou. Quanto à anistia, essa não vai passar no Senado. É inconstitucional. O que se pode discutir é a dosimetria das penas, mas não a anistia.Para onde vai a política nacional – Nós temos um país conservador, cristão e recentemente uma pesquisa apontou que quando se pergunta a um cidadão se ele é de esquerda ou de direita, ele diz: ‘nenhum dos dois’. Então, a política caminha para o centro”.
Fonte: com informações Portal Único
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