As estátuas serão oferecidas à cidade de Paris como um tributo a essas mulheres que contribuíram de diversas formas para a França
Na abertura das Olimpíadas de Paris, dez mulheres que fizeram história na França foram homenageadas com estátuas nas margens do Rio Sena, onde é realizada a Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de 2024 na sexta-feira, 26.
As estátuas serão oferecidas à cidade de Paris como um tributo a essas mulheres que contribuíram de diversas formas para a França, país sede das Olimpíadas. Além disso, também é uma forma de reparar a disparidade histórica entre estátuas de homens e mulheres na cidade de Paris.
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Paulette Nardal
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A jornalista francesa, considerada pioneira do feminismo negro, ajudou a impulsionar o desenvolvimento da consciência literária negra no país. Em 1931, ela criou um periódico que reunia textos do movimento negro, anti-imperialista e do movimento artístico Renascimento do Harlem.
Simone de Beauvoir
Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir foi uma escritoria feminista, intelectual, filósofa existencialista, ativista política e teórica social francesa.
Olympe de Gouges
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Olympe de Gouges, pseudônimo de Marie Gouze, foi uma grande ativista feminista, dramaturga e e abolicionista que teve uma importante atuação na Revolução Francesa. Ela defendia a democracia e os direitos das mulheres.
Alice Milliat
Considerada a mãe do esporte feminino, Alice contribuiu para a inclusão feminina nos Jogos Olímpicos. Em 1922, ela organizou os primeiros Jogos das Mulheres, em Mônaco.
Gisele Halimi
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Advogada, ativista e política, Gisele era uma defensora dos direitos das mulheres e lutou pela legalização do aborto e criminalização do estupro.
Jeanne Barret
Jeanne é a primeira mulher da história a dar a volta ao mundo após se disfarçar de homem para conseguir integrar a expedição do escritor Louis Antoine de Bougainville pelo Oceano Pacífico, entre 1766 e 1769.
Christine de Pizan
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A poetisa e filósofa italiana, que viveu a maior parte da primeira metade do século 15 na França, defendia a participação das mulheres na sociedade e criticava a misoginia no meio literário da época.
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Uma importante ativista literária, enfermeira e escritora, Louise se reconheceu como anarquista durante a Comuna de Paris, fazendo parte da linha de frente das barricadas e das funções de apoio.
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Em 1974, a política francesa defendeu um projeto de lei que descriminalizou o aborto voluntário na França quando atuou como Ministra da Saúde. Ela foi a primeira mulher a presidir do Parlamento Europeu.
Fonte: com informações do Portal Terra
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