18 de Abril de 2026

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Segurança Pública - 30/11/2025

'O que a gente gravava era cultural', alega Hytalo Santos sobre vídeos com menores, em depoimento que Fantástico vai mostrar

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Foto: Fantástico/Reprodução

Influenciador e marido estão presos desde agosto e se tornaram réus acusados de produzir conteúdo pornográfico com crianças e adolescentes.

O Fantástico deste domingo, 30, traz com exclusividade imagens do depoimento do influenciador Hytalo Santos, que está preso desde agosto na Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega, em João Pessoa (PB). 'O que a gente gravava era cultural', alega Hytalo, acusado de produzir conteúdos de exploração sexual com adolescentes.

 

Hytalo e o marido dele, Israel Nata Vicente, conhecido como Euro, se tornaram réus por produção de conteúdo pornográfico com crianças e adolescentes depois de um vídeo feito pelo influenciador e youtuber Felca. Na última sexta-feira, 28, um novo pedido de habeas corpus para os dois foi negado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). A defesa argumentava que o caso deveria ser julgado pela Justiça Federal. Um pedido liminar para concessão de liberdade do casal também foi negado.

 

O g1 entrou em contato com a defesa de Hytalo Santos e do marido, mas não obteve retorno até a última atualização desta matéria. O juiz julgou como improcedentes os pedidos de soltura, argumentando que as questões já haviam sido avaliadas em outro habeas corpus e que novos argumentos não foram apresentados nos novos pedidos.

 

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Foto: Fantástico/Reprodução

 

O influenciador Hytalo e o marido dele foram denunciados pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) pelos crimes de tráfico de pessoas, produção de material pornográfico e favorecimento da prostituição e exploração sexual de vulneráveis.

 

De acordo com o Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que é responsável pelas investigações, a apuração revelou um modus operandi estruturado e premeditado, voltado à exploração sexual de crianças e adolescentes, caracterizado pela utilização de artifícios de fraude, promessas de fama e vantagens materiais para atrair vítimas em situação de vulnerabilidade.

 

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O MP apontou que procedimentos estéticos e tatuagens de caráter sexualizado eram realizados, além de ambos fazerem rígido controle sobre as rotinas e meios de comunicação dos adolescentes. Um pedido de indenização por danos coletivos no valor de R$ 10 milhões também foi requisitado.

 

Fonte: Com informações G1 

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