03 de Maio de 2026

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Especial Mulher - 02/02/2025

O legado de Marina Colasanti na literatura, jornalismo e história brasileira

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Foto: Reprodução

Jornalista e escritora, Marina Colasanti faleceu em 28 de janeiro.

Ela nasceu em 1937 em Eritreia, país na África Oriental, então colônia italiana. Passou parte da infância na Líbia e na Itália. Em 1948, emigrou para o Brasil, junto a família formada por artistas.

 

Sempre cercada por artistas, em 1956, entrou para a Escola Nacional de Belas Artes, como Professora de Desenho. Futuramente, também ilustrou os próprios livros.Em 1962, iniciou a carreira como jornalista no Jornal do Brasil. Na revista Nova (extinta Cosmopolitan Brasil), em que passou a trabalhar em 1976, revolucionou o modo de fazer jornalismo ao tratar de questões feministas em seus textos, algo inédito em revistas comerciais para o público feminino.

 

Se descrevia como uma feminista histórica: “fiz parte do primeiro Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e durante 20 anos atuei com temas ligados ao feminino no mundo”, afirmou, em entrevista ao Itaú Cultural. O primeiro livro, “Eu Sozinha”, foi lançado em 1968. Ao longo da carreira, lançou mais de 70 obras, entre literatura infantil e infanto-juvenil, além de poemas e contos. Ganhou nove vezes o prêmio Jabuti, premiação literária mais tradicional do Brasil.

 

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Em 2023, se tornou a 10ª mulher a conquistar o cobiçado Prêmio Machado de Assis, concedido pela Academia Brasileira de Letras e considerado um dos principais prêmios literários do país. Marina faleceu na terça-feira, 28 de janeiro, aos 87 anos. Ela tinha a Doença de Parkinson e morreu em decorrência de uma pneumonia.

 

O legado de Marina Colasanti será eterno na literatura, no jornalismo e na história brasileira.Recordamos e honramos o legado da escritora e jornalista Marina Colasanti, que declarou: “Os seres humanos precisam narrar. Não para se distrair, não como uma forma lúdica de relacionamento, mas para alimentar e estruturar o espírito.”

 

Foto: Reprodução/Google

 

Ela nasceu em 1937 em Eritreia, país na África Oriental, então colônia italiana. Passou parte da infância na Líbia e na Itália. Em 1948, emigrou para o Brasil, junto a família formada por artistas.

 
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Sempre cercada por artistas, em 1956, entrou para a Escola Nacional de Belas Artes, como Professora de Desenho. Futuramente, também ilustrou os próprios livros. 

 

Fonte: com informações Portal Catarinas

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