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No dia 25 de novembro de 2024, durante o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, a ONU destacou números alarmantes sobre a violência de gênero, chamando a atenção para a urgência de ações concretas. Segundo dados divulgados pela ONU Mulheres e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), 85.000 mulheres e meninas foram mortas intencionalmente em 2023. Desses homicídios, 60% (51.000 casos) foram cometidos por parceiros íntimos ou outros membros da família.
O Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, ressaltou: “Todos os dias, em média, 140 mulheres e meninas são mortas por alguém de sua própria família. Cerca de uma em cada três mulheres ainda sofre violência física ou sexual. Nenhum país ou comunidade deixa de ser afetado. E a situação está piorando.”
Além disso, Guterres alertou sobre a reação crescente contra o progresso em direção aos direitos das mulheres e meninas, evidenciando a necessidade de esforços renovados.
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Contexto Histórico e Compromissos Não Cumpridos
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Quase 30 anos após a Declaração e a Plataforma de Ação de Pequim – um marco global em prol da igualdade de gênero –, ainda existem lacunas significativas no cumprimento das promessas de prevenir e eliminar a violência contra mulheres e meninas. Segundo a ONU, é hora de transformar os compromissos em ações efetivas.
Campanha Global e Mobilização
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Como parte dos esforços para conscientizar e combater essa realidade, a ONU promove os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência de Gênero, incentivando o uso da hashtag #NãoTemDesculpa nas redes sociais e o engajamento em iniciativas locais e globais.
O Que Pode Ser Feito?
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Fotos: Reprodução
1. Investimento em políticas públicas: Governos devem destinar recursos para abrigos, assistência jurídica e psicológica às vítimas.
2. Educação e prevenção: Campanhas educativas nas escolas e comunidades podem ajudar a quebrar ciclos de violência.
3. Fortalecimento das leis: Garantir que legislações contra violência de gênero sejam efetivamente aplicadas e ampliadas.
4. Engajamento social: Homens e meninos devem ser parte ativa na luta contra o machismo e a violência.
A luta pelo fim da violência de gênero exige esforços globais, locais e individuais. Apoiar essa causa é essencial para construir uma sociedade mais justa e igualitária.
No estado do Amazonas, no Brasil e no mundo, essa é uma causa que precisa ser priorizada. Proteger mulheres e meninas é um compromisso coletivo que transcende fronteiras. Fortalecer redes de apoio, como as criadas por essas iniciativas, é uma forma concreta de construir um futuro onde a igualdade e a dignidade sejam garantidas a todas.
Essa é a nossa luta – pela Amazônia, pelo Brasil e pelo mundo.
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