03 de Maio de 2026

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Internacional - 25/09/2024

O destino incerto dos 64 reféns considerados vivos em Gaza

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Foto: Reprodução/Google

52 homens, 10 mulheres e 2 crianças

Depois de quase um ano de cativeiro, é incerto o destino dos 64 reféns que se acredita ainda estarem vivos na Faixa de Gaza, principal moeda de troca do Hamas para obter um cessar-fogo e a libertação dos prisioneiros palestinos.

 

52 homens, 10 mulheres e 2 crianças –Em 7 de outubro de 2023, durante o ataque sem precedentes do Hamas no sul de Israel, 251 pessoas, algumas já mortas, foram sequestradas e levadas para Gaza.Deste total, 117 pessoas, principalmente mulheres, crianças e trabalhadores estrangeiros, recuperaram a liberdade, a maioria durante a única trégua no conflito, que durou uma semana em novembro de 2023.

 

Quase um ano depois, em 24 de setembro de 2024, 97 pessoas permaneciam em cativeiro: 64 que se acredita estarem vivas e 33 declaradas mortas pelo Exército israelense.Entre os reféns que podem estar vivos, 57 são israelense, dos quais pelo menos 20 têm dupla nacionalidade. Seis são tailandeses e um é nepalês.

 

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Cinquenta e dois reféns são homens e dez mulheres, incluindo cinco mulheres militares. No total, 11 soldados permanecem cativos.Acredita-se que duas crianças, os irmãos Kfir e Ariel Bibas, ainda estejam vivas, assim como seus pais Shiri e Yarden Bibas.

 

 Lista de mortos 

 

Desde o fim da trégua, em 1º de dezembro de 2023, apenas sete reféns foram libertados em operações do Exército israelense.O último foi Kaid Farhan Alkadi, libertado em 27 de agosto no sul da Faixa de Gaza.Devido à falta de provas de vida, não se sabe a real situação dos 64 reféns que se acredita estarem vivos.

 

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O Hamas anunciou em 12 de agosto que seus combatentes haviam “matado um refém” e “ferido duas reféns” em “incidentes”, sem os identificar.Anteriormente, o movimento islamista palestino havia anunciado várias vezes a morte de reféns, o que Israel não confirmou, incluindo as de Kfir Bibas (um ano), do seu irmão mais velho Ariel (cinco anos) e da sua mãe. 

 

Fonte: com informações da Revista IstoÉ

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