18 de Abril de 2026

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Saúde - 07/01/2025

Novo Esquema vacinal contra pólio não terá mais gotinhas; entenda mudança

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Foto: Reprodução/Google

Imunizante contra a paralisia infantil passa a ser injetável para crianças a partir de 2 meses

A partir deste ano, o esquema vacinal contra a poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, deixa de ser via oral e passa a ser aplicada como vacina injetável. Crianças de 2, 4 e 6 meses de idade devem ser vacinadas com o novo método. Desde novembro do ano passado, imunizantes em gotinhas deixaram de fazer parte do calendário de vacinação infantil, devido às novas evidências e recomendações científicas internacionais.

 

De acordo com o Ministério da Saúde, não se trata de uma nova vacina, mas de um novo esquema vacinal. Com o aval da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização e as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), a troca do meio oral para o injetável da vacina é baseada nas evidências de que, em condições sanitárias ruins, a vacina oral pode levar a casos da doença derivados do imunizante, isso porque a vacina oral poliomielite (VOP) contém o vírus enfraquecido. A dose oral deve ser utilizada apenas para o controle de surtos, como acontece na Faixa de Gaza.

 

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Desde 2023, o Ministério da Saúde passou a aplicar exclusivamente a vacina inativada poliomielite (VIP) no reforço aplicado aos 15 meses de idade, até então feito na forma oral. Já a segunda dose de reforço, antes aplicada aos 4 anos, não será mais necessária, já que o esquema vacinal com quatro doses garante proteção contra a doença, segundo a pasta.

 

Apesar de não haver registro de casos de pólio no Brasil desde 1989, a cobertura vacinal sofre com quedas sucessivas nos últimos anos. Em 2022, chegou a 77,19%, longe da meta de 95%.

 

Calendário

 

Fotos: Reprodução/Google

 

O calendário nacional de vacinação contempla 19 vacinas que protegem todos os ciclos de vida, desde o nascimento até a velhice. A lista de doenças imunopreveníveis inclui ainda sarampo, rubéola, tétano e coqueluche.

 

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“Além de prevenir doenças graves, a imunização contribui para reduzir a disseminação desses agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde”, reforça o Ministério da Saúde.

 

Fonte: com informações do Portal Correio Braziliense 

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