06 de Maio de 2026

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Economia - 02/11/2024

Novembro começa com novas regras para uso do PIX e financiamento de imóveis; veja o que muda

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Foto: Reprodução/Google

Consumidores terão limite de transações com aparelhos novos e precisarão dar um valor de entrada maior em imóveis financiados com recursos da poupança pela Caixa.

Novembro começou com grandes novidades no sistema financeiro brasileiro, impactando diretamente as operações via PIX e os financiamentos imobiliários oferecidos pela Caixa Econômica Federal. A partir de agora, mudanças importantes limitam transações e estabelecem novos critérios para o financiamento de imóveis, visando tanto a segurança quanto o controle no uso dos recursos.

 

Para as transações via PIX, o Banco Central anunciou que novos dispositivos, como celulares e computadores, terão restrições nos valores transferidos até que passem por uma confirmação de segurança. A medida, que limita as transações a R$ 200 por operação e R$ 1.000 ao dia para dispositivos não cadastrados, foi implementada para reduzir fraudes, protegendo os usuários contra golpes. Somente após a aprovação do banco, o dispositivo poderá liberar transferências com limites maiores, garantindo mais segurança a cada nova operação.

 

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Por outro lado, a Caixa Econômica Federal surpreendeu ao anunciar novas regras para o financiamento imobiliário com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Com as mudanças, o valor máximo para financiamentos passa a ser de R$ 1,5 milhão, enquanto as cotas de financiamento foram reduzidas: imóveis financiados pelo sistema SAC terão um limite de 70% do valor do imóvel, e, pelo sistema Price, o percentual cai para 50%. Em ambos os casos, o comprador precisará dar uma entrada mais alta, o que aumenta a responsabilidade financeira do mutuário e reforça o compromisso com o investimento.

 

As alterações visam atender à crescente demanda por imóveis no Brasil, enquanto equilibram os recursos da caderneta de poupança, fonte principal para os financiamentos habitacionais. A Caixa, que detém cerca de 70% do mercado de crédito habitacional, informou que as medidas podem ser permanentes e refletem o compromisso com a estabilidade econômica e a ampliação do acesso ao crédito no país.

 

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Em nota, a Caixa reforçou que acompanha constantemente o cenário econômico e busca novas soluções junto ao mercado e ao governo para expandir o crédito imobiliário de forma sustentável. As mudanças não impactam clientes com financiamentos já ativos e não se aplicam a imóveis vinculados a empreendimentos financiados diretamente pela Caixa.

 

Fonte: com informações do g1

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