"Expressei minha solidariedade e falei dos esforços que o governo brasileiro têm feito, junto aos países da região, para a libertação dos reféns. É uma questão humanitária que precisar estar acima de qualquer conflito", detalhou Lula sobre o encontro
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrou na tarde desta segunda-feira, 11/12, com Mary Shohat e Hen Mahluf, a irmã e a filha de Michel Nisembaum, 59 anos, brasileiro sequestrado pelo Hamas. O encontro ocorreu no Palácio do Planalto. Por meio das redes sociais, o chefe do Executivo disse ter expressado solidariedade e relatado sobre os esforços do governo federal para liberação dos reféns.
"Recebi hoje, no Palácio do Planalto, Mary Shohat e Hen Mahluf, a irmã e a filha de Michel Nisembaum, brasileiro sequestrado pelo Hamas. Expressei minha solidariedade e falei dos esforços que o governo brasileiro têm feito, junto aos países da região, para a libertação dos reféns. É uma questão humanitária que precisar estar acima de qualquer conflito. O Brasil segue defendendo a paz e que os civis não sofram as consequências da guerra", escreveu Lula.
No último dia 30, em viagem ao Oriente Médio, o presidente se reuniu com o emir do Catar, Tamim bin Hamad al-Thani, e o agradeceu pela mediação na liberação de brasileiros e familiares que estavam na Faixa de Gaza e foram repatriados. Sobre Michel, que ainda se encontra no local, o petista disse na data que ele "ainda pode ser liberado por esses dias".
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No fim de outubro, o Itamaraty confirmou que o brasileiro-israelense Michel Nisembaum, de 59 anos, estava entre os desaparecidos após o ataque do Hamas.
Repatriação
Um avião com 48 brasileiros e familiares palestinos que estavam na Faixa de Gaza chegou a Brasília na madrugada desta segunda-feira, 11/12, na Base Aérea de Brasília. A aeronave KC-30 da Força Aérea Brasileira chegou às 3h47.
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Fotos: Reprodução Google
O grupo é composto por 27 crianças e adolescentes, 17 mulheres (duas idosas) e quatro homens adultos. Entre eles, 11 binacionais brasileiro-palestinos e 37 palestinos. De acordo com o governo federal, o grupo ficará em Brasília de dois a três dias, onde deverão ser acolhidos por uma equipe multidisciplinar.
Fonte: com informações do Portal Correio Braziliense
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