Nascida em 12 de outubro de 1810, em Papari, Rio Grande do Norte, Nísia Floresta contraiu matrimônio aos 13 anos com Manuel Alexandre Seabra de Melo.
No contexto do Brasil Império, Nísia Floresta Brasileira Augusta (1810 – 1885), nascida Dionísia Gonçalves Pinto, destaca-se como uma figura ímpar, sendo a primeira mulher brasileira a advogar pelo direito à educação científica para as meninas. O pseudônimo que adotou para si revela camadas de sua própria história: "Nísia" referente ao seu nome de batismo; "Floresta", ao sítio onde nasceu; "Brasileira", à sua pátria; e "Augusta", ao nome de seu falecido marido.
Nascida em 12 de outubro de 1810, em Papari, Rio Grande do Norte, Nísia Floresta contraiu matrimônio aos 13 anos com Manuel Alexandre Seabra de Melo. Contudo, ainda no primeiro ano de casada, retornou à casa dos pais, Dionísio Gonçalves Pinto, advogado português, e Antônia Clara Freire, brasileira. A tragédia marcou sua vida em 1828, quando seu pai foi assassinado.
Após esse evento, Nísia mudou-se com a família para Pernambuco, vivendo em diversas localidades como Goiana, Recife e Olinda. Em 1828, passou a conviver com Manoel Augusto de Faria Rocha, estudante de Direito, com quem teve três filhos na década de 1830. No entanto, sua vida pessoal foi marcada por acusações de adultério por parte de seu ex-marido.
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