05 de Maio de 2026

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Internacional - 21/11/2023

Netanyahu: guerra continuará mesmo com libertação de parte dos reféns

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Foto: Reprodução Google

Benjamin Netanyahu afirmou que a destruição do Hamas e a libertação dos reféns seguirá como foco, ainda que o país aceite um cessar-fogo

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou, nesta terça-feira, 21/11, que mesmo que o país aceite um cessar-fogo para permitir a libertação de reféns, a guerra contra o Hamas seguirá após a trégua. A declaração ocorre em meio às negociações entre Israel e o Hamas pela libertação de 50 reféns, do grupo estimado em 239 pessoas capturadas pelo grupo extremista em 7 de outubro.

 

Há uma expectativa de que um acordo mediado pelo Catar seja anunciado ainda nesta terça, 21/11,  ou na madrugada de quarta, 22/11. Netanyahu afirmou que a destruição do Hamas e a libertação de todos os reféns seguirão como alvo das Forças de Defesa de Israel. “Estamos em guerra e a guerra continuará até que todos os nossos objetivos sejam alcançados”, disse. A informação é do portal israelense Times of Israel.

 

O premiê ainda classificou o acordo que vem sendo costurado como “uma decisão difícil”, mas que seria o caminho correto a se tomar neste momento. O tratado que está em debate na cúpula do governo prevê a libertação de mulheres e menores de idade. Em troca, é esperado que o governo de Israel instaure uma trégua de quatro a cinco dias nas retaliações à Faixa de Gaza e que liberte prisioneiros palestinos.

 

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Nesta terça, o gabinete do primeiro-ministro de Israel anunciou uma série de reuniões governamentais esta noite (horário israelense) “à luz dos desenvolvimentos sobre a questão da libertação dos nossos reféns“. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, declarou que as conversas entre lideranças israelenses e do Hamas estão “muito perto” de garantir a possível libertação de dezenas de reféns.

 

Reféns liberados

 

Fotos: Reprodução Google

 

Até o momento, o Hamas libertou apenas quatro reféns. Judith Tai Raanan e Natalie Shoshana Raanan, mãe e filha, respectivamente, foram as primeiras a receberem liberdade, em 20 de outubro. Ambas têm cidadania americana, e estavam em Israel para visitar um parente, quando foram capturadas.

 

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Judith e Natalie foram entregues à Cruz Vermelha Internacional e, após isso, se encontraram com tropas de Israel. O Hamas informou, em um comunicado, que elas foram liberadas por motivos humanitários e para contrariar acusações do governo dos EUA. Em 23 de outubro, o grupo libertou outras duas mulheres, de nacionalidade israelense, que foram identificadas como Nurit Yitzhak, 79 anos, e Yochved Lifshitz, 85, e teriam sido liberadas pelo grupo por razões humanitárias. Ambas saíram da Faixa de Gaza para o Egito.

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles 

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