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Saúde - 20/12/2022

Negacionista, governo Bolsonaro não apresenta um plano de combate à Covid para 2023

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Foto: Prefeitura Municipal de Riacho das Almas (PE)

Produção da CoronaVac está parada há quatro meses por falta de interesse do governo federal

O governo Bolsonaro, pautado desde sempre pelo negacionismo científico, não apresentou planejamento para produção ou compra de imunizantes para 2023. As informações são do UOL.

 

Além disso, não está previsto que em 2023 haverá mais doses do que em 2022. A cobertura vacinal no Brasil segue em queda desde 2016, quando a então presidenta Dilma Rousseff (PT) foi vítima de um golpe.

 

Ao UOl, o Instituto Butantan revelou que não tem nenhum contrato assinado com o Ministério da Saúde para a compra de vacinas para o Programa Nacional de Imunização (PNI) em 2023.

 

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Dimas Covas, diretor do Butantan, afirma que a produção da CoronaVac está parada há quatro meses.

 

"Temos aqui ainda 2,5 milhões de doses, ao mesmo tempo que temos ouvido vários estados com a segunda dose [para o público infantil] atrasada. Não houve manifestação sobre aquisição e aguardamos o próximo governo definir sobre a CoronaVac", disse Covas.

 

O Instituto Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), declarou que a pasta já solicitou produção e fechou acordos para 2023 para todas as vacinas do PNI, menos para Covid.

 

Fotos: Reprodução

 

Segundo a Fiocruz, "o acordo pelo imunizante contra Covid-19 ainda está em negociação, pois a campanha vacinal para a Covid para o próximo ano não foi definida".

 
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Um dos objetivos do governo Lula é ampliar a vacinação para os próximos 100 dias. No entanto, a falta de planejamento do governo Bolsonaro preocupa os membros do Gabinete de Transição responsáveis pela Saúde.

 

"Vamos ter dificuldades para colocar a vacinação em dia. Vacina não é fast food, que você aperta um botão e sai. Será complicado", analisa Arthur Chioro, coordenador do grupo de trabalho da Saúde na equipe de transição.

 

Fonte: Com informações do UOL 

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