30 de Abril de 2026

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Meio Ambiente - 29/07/2024

Nasa analisa dados e crava qual foi o dia mais quente da história

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Foto: Reprodução Google

Dados da Agência Especial dos Estados Unidos, a Nasa (na sigla em inglês), indicam que 22 de julho de 2024 foi o dia mais quente já registrado em toda a série histórica analisada

A segunda-feira da semana passada entrou para a história. Dados da Agência Especial dos Estados Unidos, a Nasa (na sigla em inglês), indicam que 22 de julho de 2024 foi o dia mais quente já registrado em toda a série histórica analisada. Segundo a Nasa, os dias 21 e 23 deste mês também excederam o recorde diário anterior, estabelecido em julho de 2023.

 

"Em um ano que foi o mais quente já registrado até agora, essas duas últimas semanas foram particularmente brutais", disse o administrador da Nasa, Bill Nelson. "Por meio de mais de duas dúzias de satélites de observação da Terra e mais de 60 anos de dados, a Nasa está fornecendo análises críticas de como nosso planeta está mudando e como as comunidades locais podem se preparar, se adaptar e permanecer seguras. Temos orgulho de fazer parte dos esforços da administração Biden-Harris para proteger as comunidades do calor extremo", afirmou.

 

De acordo com a Nasa, as temperaturas recordes são parte de uma tendência de aquecimento de longo prazo impulsionada por atividades humanas, principalmente a emissão de gases de efeito estufa. Os sistemas Modern-Era Retrospective analysis for Research and Applications, Version 2 (MERRA-2) e Goddard Earth Observing System Forward Processing (GEOS-FP) combinam milhões de observações globais de instrumentos em terra, mar, ar e satélites usando modelos atmosféricos.

 

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O GEOS-FP fornece dados meteorológicos rápidos e quase em tempo real, enquanto a reanálise climática do MERRA-2 leva mais tempo, mas garante o uso de observações de melhor qualidade. Esses modelos são executados pelo Global Modeling and Assimilation Office (GMAO) no Goddard Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Maryland, nos Estados Unidos.

 

Fonte: com informações do Portal Correio Braziliense 

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