21 de Abril de 2026

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Política - 28/02/2024

Na Guiana, Lula fala em desigualdade e volta a mencionar Gaza

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Foto: Reprodução Google

Presidente disse que o Brasil continuará na luta pela paz e citou os efeitos amplos das guerras pelo mundo. Lula está em visita a Georgetown

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou, nesta quarta-feira, 28/2, novamente sobre a guerra na Faixa de Gaza. No discurso em Georgetown, capital da Guiana, o chefe do Executivo também apontou a desigualdade em diversos países e a iniciativa brasileira, à frente do G20, de criar uma aliança pelo combate à fome e pobreza.

 

“O genocídio na Faixa de Gaza afeta toda a humanidade, porque questiona o nosso senso de humanidade e confirma, uma vez mais, a opção preferencial pelos gastos militares em vez do combate à fome na Palestina, na África, na América do Sul e no Caribe”, disse. Na sexta-feira, 23/2, o presidente havia reforçado a investida de Israel em Gaza como “genocídio” e não uma “guerra” contra o Hamas.

 

“Não é possível que o mundo gaste US$ 2,2 trilhões por ano em armas. Todos sabemos, guerras provocam destruição, sofrimento e mortes, sobretudo de civis e inocentes. O Brasil vai continuar lutando pela paz mundial. A guerra na distante Ucrânia afeta todo o planeta, porque aumenta o preço da comida e dos fertilizantes”, afirmou.

 

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Lula também se comprometeu a fazer mais pela Caricom, a Comunidade do Caribe. “Sabemos dos principais problemas que atingem a região: a insegurança alimentar, que ameaça metade da população caribenha, e a mudança do clima. Quero ressaltar que esses dois problemas estão no centro dos debates internacionais e tem a mesma raiz: a desigualdade”.

 

O presidente, então, convidou os membros da Caricom a se juntarem ao esforço brasileiro no G20 pelo fim da fome e da pobreza, e discursou por uma nova governança global. Na prática, isso significaria maior influência e relevância dos países do Sul Global, como o Brasil, a Índia e nações caribenhas.

 

“Brasil e Caricom estão lado a lado na defesa de uma governança global mais justa. Não é mera coincidência que nas votações de Assembleia Geral da ONU [Organização das Nações Unidas] a convergência chega a 80%”.

 

Meio ambiente

 

Fotos: Reprodução Google

 

Além disso, o petista trouxe à tona as mudanças climáticas e chamou a criação do fundo de perdas e danos na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP) de 2023 foi “uma conquista histórica, mas a luta não terminará enquanto não houver mais fundos de adaptação e da agenda de 2030 como um todo”.

 

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Lula se colocou como anfitrião da COP30, que será sediada em Belém em 2025, e, dessa forma, busca “trabalhar com os pequenos Estados em desenvolvimento”. O presidente ainda anunciou que o Brasil, junto à Caricom, fecharam um acordo para fortalecer as respostas emergenciais em desastres provocados pelas mudanças do clima, já que ambos estão “vulneráveis a eventos climáticos extremos”.

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles 

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