Ideia de movimentos era ter direita e esquerda reunidas em manifestação no feriado de 15 de novembro
Organizadores de movimentos contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não acreditam na viabilidade de protestos em 15 de novembro. Ao jornal Folha de S. Paulo, Raimundo Bonfim, da CMP (Central de Movimentos Populares), disse não haver condições políticas para manifestações.
Ele afirmou que uma das razões é que os protestos anteriores não conseguiram se expandir para além da esquerda.
Nos atos de 2 de outubro, estiveram presentes figuras políticas como Fernando Haddad (PT), Guilherme Boulos (Psol), Manuela D’Ávila (PCdoB) e Ciro Gomes (PDT). Mas poucos representantes da direita compareceram.
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“A ampliação não resultou em maior participação nos atos, tampouco acrescentou adesões de novos segmentos em prol do impeachment [de Bolsonaro]”, afirmou Bonfim.

Foto: Reprodução
Segundo a publicação, a expectativa antes do 2 de outubro era de que os atos de 15 de novembro pudessem congregar ainda mais pessoas de direita e de esquerda. Esperava-se inclusive que pudessem contar com a presença dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
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A SSP (Secretaria de Segurança Pública) de São Paulo contabilizou um total de 8.000 pessoas na manifestação contra Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo, em 2 de outubro. Os organizadores falaram 700 mil participantes nas 304 cidades brasileiras e ainda em 18 países.
Fonte: Poder360
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