Entenda o caminho de Rebeca Andrade, Arthur Nory e Caio Souza em busca de medalhas em Kitakyushu
O Mundial de ginástica artística de Kitakyushu, no Japão, vai ser realizado entre os dias 18 e 24 de outubro.
Entre os dezenas de ginastas inscritos, três brasileiros estão no páreo por medalhas: Rebeca Andrade, Arthur Nory e Caio Souza.
Entenda como funciona a competição, das classificatórias ao pódio.
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Não há disputas por equipes
Tradicionalmente o primeiro Mundial do ciclo olímpico conta apenas com disputas individuais.
12 medalhas de ouro em disputa
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Vão ser distribuídas medalhas no individual geral (para homens e para mulheres), além de 10 pódios por aparelhos, sendo seis masculinos (solo, cavalo com alças, argolas, salto, barras paralelas e barra fixa) e quatro femininos (salto, barras assimétricas, trave e solo).
Uma única classificatória

Os ginastas se apresentam uma vez em cada aparelho na classificatória e o resultado vale tanto para buscar vaga no individual geral, como por aparelhos.
Salto é exceção
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O salto é o único aparelho em que os ginastas precisam apresentar duas séries (dois saltos diferentes) para buscar uma vaga na final - a média é o que vale. Também é preciso realizar dois saltos na disputa por medalhas do aparelho. Para o individual geral, porém, apenas o primeiro salto da classificatória é considerado, e só se realiza um voo na final.
24 ginastas nas finais de individual geral

Há um limite de dois representantes por país em cada final. Caso três ginastas de um mesmo país se classifiquem, o país pode escolher seus representantes - em geral os dois mais bem colocados vão à decisão.
8 ginastas em cada final por aparelho

Também há o limite de dois representantes por país em cada final.
Composição das notas

tanto na classificatórias como nas finais, as notas finais dos ginastas são compostas pela nota de dificuldade (valor dos elementos executados) e a nota de execução (quão próximo da perfeição o ginasta chegou). Há ainda penalidades caso os ginastas pisem fora da área delimitada em cada aparelho, descontando alguns pontos.
Notas das classificatórias não são consideradas para as finais

Todos os finalistas entram zerados para a disputa por medalhas.
Critério de desempate por aparelhos

Caso dois ou mais ginastas empatem em um aparelho, leva a melhor quem tiver a maior nota de execução.
Maior nota de dificuldade é o segundo critério. Caso o empate persista, não há desempate. No salto, antes da nota de execução, o primeiro critério de desempate é o a maior nota entre os dois saltos.
Critério de desempate do individual geral

caso dois ou mais ginastas empatem, a menor nota de um aparelho de cada é desconsiderada, seguindo assim até que haja um desempate. Caso o empate persista, o próximo critério é a soma das notas de execução, seguida da soma das notas de dificuldade. Caso o empate persista, não há desempate.
Ginastas não precisam se apresentar em todos os aparelhos

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Fotos: Reprodução
os ginastas só competem nos aparelhos que deseja tentar vaga na final, caso de Rebeca Andrade, que vai disputar apenas três provas. Se quiser vaga na decisão do individual geral, o ginasta precisa se apresentar em todos os aparelhos na classificatória, mas só precisa de um salto.
Fonte: GE
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