Desses, cerca de 144 mil recém-nascidos apresentaram algum tipo de anomalia
Um estudo feito com dados de nascimentos no Brasil entre 2012 e 2020 revelou que fatores como falta de pré-natal adequado, idade da mãe, raça/cor e baixa escolaridade estão ligados a casos de anomalias congênitas em bebês.
A pesquisa analisou informações de cerca de 26 milhões de nascimentos registrados no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) e no Sistema de Informações de Mortalidade (SIM).
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Foto: Reprodução/Google
Desses, cerca de 144 mil recém-nascidos apresentaram algum tipo de anomalia.Entre os problemas mais comuns estudados estão malformações nos membros, no coração, tubo neural, fenda oral, órgãos genitais, parede abdominal, microcefalia e síndrome de Down. Esses tipos foram escolhidos por serem considerados prioritários para a vigilância em saúde no país.O estudo foi conduzido pela pesquisadora Qeren Hapuk, do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia), e publicado na revista científica BMC Pregnancy and Childbirth.
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O objetivo do trabalho foi entender como fatores sociais e biológicos influenciam no desenvolvimento dos bebês e, com isso, ajudar na criação de estratégias para prevenir essas condições.
Fonte: com informações Terra
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