Conheça a trajetória de algumas Mulheres Inspiradoras que fizeram e ainda fazem a diferença na história da Medicina e na área da saúde do nosso Hospital e Faculdade:
Cientistas, médicas, fisioterapeutas, enfermeiras, professoras e guerreiras. Diversas mulheres inspiradoras desbravaram uma área que era composta basicamente por homens no passado, e quebraram tabus para que, hoje, muitas profissionais pudessem ocupar cargos de liderança dentro do Hospital das Clínicas e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).
A primeira turma de Medicina da FMUSP, em 1919, contava apenas com duas mulheres. Em 1958, o número saltou para 16, em uma turma com 80 alunos. Os homens ainda são maioria entre os médicos do país, mas a desigualdade diminuiu: hoje elas representam 46,6% dos profissionais, segundo o último levantamento da Demografia Médica no Brasil.
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1919 – Odette Nora de Azevedo Antunes e Délia Ferraz Fávero – Primeiras médicas formadas pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), em uma turma de 27 alunos;
1927 – Margarida de Camargo apresenta a tese “Contribuição ao estudo clínico da encefalite epidêmica” para a obtenção do título de Doutora em Medicina pela FMUSP.
1943 – Edith de Magalhães Fraenkel – Enfermeira que assumiu a direção da Escola de Enfermagem de São Paulo e foi responsável pela Subdivisão de Enfermagem do Hospital das Clínicas (HCFMUSP);
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1950 – Carlota Pereira de Queiroz, médica (formada pela FMUSP em 1926 – com a tese Estudos sobre o Câncer), fundou a Academia Brasileira de Mulheres Médicas;
1955 – Maria Rosa Sousa Pinheiro – Enfermeira diretora da EEUSP de 1955 até 1978. Em sua gestão foram criados os dois primeiros cursos de pós-graduação em enfermagem: Pedagogia e Didática aplicada à Enfermagem e Administração de Unidade de Enfermagem;
1958 – Verônica Rapp de Eston – Primeira professora mulher da FMUSP. Também foi co-fundadora do Centro de Medicina Nuclear da USP.
1978 – Magda Maria Sales Carneiro Sampaio – Especialista em pediatria e Imunologia, fundou a Unidade de Alergia e Imunologia do Instituto da Criança e do Adolescente (ICr) do HCFMUSP, onde foram identificados os primeiros casos de Imunodeficiências Primárias do país (final da década de 70) e de AIDS pediátrica (em 1985);
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1984 – Berenice Bilharinho de Mendonça – Recebeu o título de doutora em endocrinologia e Metabologia pela FMUSP. Investigadora das diferenças do desenvolvimento sexual, atualmente Berenice é professora titular da disciplina de Endocrinologia e Chefe do Laboratório de Hormônios e Genética Molecular LIM42/HCFMUSP.
1996 – Maria Irma Seixas Duarte – Patologista e professora titular da FMUSP. Autoridade em Patologia das Doenças Infecciosas e Parasitárias;
1997 – Adriana Sayuri Hirota – Primeira Fisioterapeuta do Instituto Central do Hospital das Clínicas. O início da trajetória da profissional marca o aniversário da Divisão de Fisioterapia do ICHC, celebrado todo dia 24 de fevereiro.
1998 – Angelita Gama – primeira cirurgiã mulher – quebrou tabus em sua especialidade. Foi professora Titular de Cirurgia do Departamento de Gastroenterologia da FMUSP.
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2009 – Sheila Cavalcante Caetano – Eecebeu o Prêmio Nacional Mulheres na Ciência na área de Ciências Biomédicas (FMUSP).
2014 – Ludhamila Abrahão Hajjar – Professora Associada de Cardiologia da FMUSP recebe o Prêmio Nacional Mulheres na Ciência na área de Ciências Biomédicas (FMUSP).
2019 – Maria Cristina Chammas – Diretora do Serviço de Ultrassonografia do Instituto de Radiologia – InRad – HCFMUSP. Eleita presidente da World Federation for Ultrasound in Medicine and Biology;
2019 – Tania Sih – Primeira mulher a assumir o cargo de presidente do Congresso Mundial de Otorrinolaringologia Pediátrica. Trabalha no Departamento de Medicina Legal, Ética Médica e Medicina Social e do Trabalho – FMUSP;
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Fotos: Reprodução/Google
2019 – Luisa Lina Villa – Bióloga e professora da FMUS. Recebeu menção honrosa no prêmio Biologia da Academia Mundial de Ciências por seu trabalho no desenvolvimento da vacina profilática contra HPV;
2020 – Laura Helena Andrade – Professora do Instituto de Psiquiatria (IPq – HCFMUSP) na lista dos 100 mil cientistas mais influentes do mundo;
2020 – Isabel de Camargo Neves Sacco – Professora do Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da FMUSP e primeira mulher a presidir o Congresso Internacional sobre Biomecânica do Tornozelo e Pé – i-FAB 2021;
2020 – Ester Sabino – Médica e professora da FMUSP responsável pelo sequenciamento do genoma da Covid-19;
2020 – Anna Sara Levin – Médica infectologista, professora da FMUSP e coordenadora do Grupo de Controle de Infecção Hospitalar do HCFMUSP. Integra a lista dos cientistas mais influentes do mundo.
Fonte: com informações do Portal Fmusp
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