Após dois anos, em 1997, foi aprovada a Lei 9.504, passando a cota para 30%. No entanto, em qualquer aspecto avaliado, a conclusão é sempre a mesma, houve ganhos, mas em ritmo muito inferior ao desejado.
As mulheres brasileiras conquistaram o direito ao voto em 1932, tendo sua consolidação em 1934. Somente em 1995, com a provação da Lei 9.100, de 29 de setembro, obtiveram a garantia de cota de 20% de gênero nas chapas das candidaturas.
Após dois anos, em 1997, foi aprovada a Lei 9.504, passando a cota para 30%. No entanto, em qualquer aspecto avaliado, a conclusão é sempre a mesma, houve ganhos, mas em ritmo muito inferior ao desejado.
Há pelo menos duas suposições a serem consideradas sobre esta problemática. A primeira está relacionada com o sistema político de cotas brasileiro que é extremamente conservador em relação às mulheres, de face androcêntrica e machista. A outra suposição está vinculada à situação das mulheres dentro dos partidos políticos, as quais possuem posição de coadjuvantes, assumindo um papel subalternizado, na medida em que não ascendem ao cargo de presidente de seus partidos.
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Foto: Reprodução/Google
Diante desse quadro de desigualdade, o presente estudo tem como objetivo descrever o protagonismo político de quatro mulheres junto ao parlamento brasileiro. Para atingirmos os objetivos aqui propostos, realizamos entrevistas semiestruturada a quatro mulheres (duas ex-parlamentares e duas parlamentares) para sabermos sobre a atuação política de cada uma junto ao parlamento.
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Dos múltiplos resultados apresentados pelo estudo, conclui-se que a mulher na Amazônia tem uma longa história de participação política e que independente das diferentes décadas de atuação, foram capazes de enfrentar todas as formas de preconceito dentro dos partidos políticos e da própria casa parlamentar para se firmarem enquanto parlamentares.
Fonte: com informações do Portal Reves
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